A Ayla Smart House foi planejada para minimizar a necessidade de toque (Foto: Divulgação)

Em Goiás, estâncias investem em recursos tecnológicos para evitar contaminação por toque em superfícies, e em condomínios ecológicos, onde o vizinho é a natureza

Viajar e conhecer diferentes culturas é um dos prazeres que foram mais prejudicados pela pandemia do novo coronavírus. Este ano, o Dia do Turista, celebrado em 13 de junho, nos estimula a pensar em viagens que possam garantir cuidados para a prevenção da Covid-19, e a buscar alternativas como os passeios de curta distância, realizados de carro. Cidades goianas já contam com empreendimentos com opções de hospedagem adaptadas ao “novo normal” e também projetos com foco no ecoturismo.

Em Pirenópolis, a 120 km de Goiânia e 140 km de Brasília, foi inaugurada em outubro do ano passado, após oito meses de preparação, a Ayla Smart House: um projeto idealizado por dois empreendedores da cidade histórica, Nelton Xavier de Barros e Neylon Jacob, pai e filho, que teve o seu desenvolvimento completamente pautado pela realidade imposta pela pandemia. Localizada na estância Shambala Piri, a casa de 37 m² é destinada para duas pessoas e tem como maior destaque a oferta de recursos inteligentes que minimizam a necessidade de toque. A automação está presente por meio dos comandos de voz para ligar as luzes ou acionar o ar condicionado, por exemplo.

Tecnologia é uma presença marcante no interior da Ayla Smart House (Foto: Divulgação)

Neste “novo normal”, o contato humano também é evitado em situações como o check-in e o check-out, que serão feitos de maneira completamente digital, por meio de um sistema próprio. Além disso, o pagamento de tudo o que for consumido no local também será efetuado de forma virtual. O investimento em softwares de automação também propiciou que fichas de hóspedes, entrega de notas e diversos outros procedimentos passassem a ser feitos a distância.

A tecnologia também está presente na oferta de entretenimento, com uma playlist do Spotify reunindo músicas de diferentes gêneros, que poderão ser selecionadas de acordo com o perfil de cada visitante. E, para estimular o distanciamento social, a Ayla propõe uma solução criativa: durante o dia, a banheira de hidromassagem no deck pode ser usada como piscina privativa, com água fria. E à noite, para um ambiente mais intimista, pode ser desfrutada com água mais quente.

A automação passou a ser uma aliada porque muitos comandos podem ser dados por meio de comando de voz (Foto: Divulgação)

Futuro para turismo em Goiás é promissor

Outra opção é a prática de ecoturismo em meio à natureza na região do Lago Corumbá IV, na altura do município de Silvânia. O espaço do lago já recebe visitantes de diversas regiões para prática de ciclismo e esportes náuticos, algo que deve se manter e até crescer mesmo após a pandemia. Um dos empreendimentos que chega para acolher os amantes do Lago Corumbá IV e oferecer toda infraestrutura para o ecoturismo é o Fazenda Canoa, empreendimento que já está com lotes à venda.

A Fazenda Canoa terá uma estrutura completa de lazer, com centro de esportes, complexo de tênis, ciclovia, beach club lounge com piscina de borda infinita, guarda-barcos e praia com píer. O condomínio reserva oferece ainda pista de caminhada na mata e quedas d'água naturais, sem comprometer a privacidade e a segurança dos moradores.

O condomínio propõe a união entre natureza e sofisticação, com 500 mil metros quadrados de área verde e lotes de 700 m² a 1.200 m², além de nível de infraestrutura inédito para a região. Assim como ocorre com Pirenópolis, um dos destaques do lago é a proximidade com grandes cidades, a apenas 60 km de Anápolis, 120 km de Goiânia e 140 km de Brasília.
 
Belas paisagens compõem o cenário perfeito para a Fazenda Canoa, novo empreendimento do Lago Corumbá IV (Fotos: Divulgação)


 



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Pedro Moraes

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