Formação é gratuita com entrega de certificados no final. As aulas serão de 15 a 19 de março de forma remota


O curso Empreenda em tempos de crise já passou por diversas regiões do Brasil em 2020 e inovou ao apresentar uma abordagem de metodologia criada especificamente para que as capacitações ocorressem do jeito que o cenário pede: a distância. Agora, por meio de parceria firmada entre Aliança Empreendedora, Mastercard e o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Empreendedorismo (Semp), a capacitação chega para apoiar, alavancar e facilitar o processo de retomada dos negócios das microempresas lideradas pelas mulheres da capital.

Com 250 vagas disponíveis para mulheres empreendedoras, o curso será realizado entre os dias 15 e 19 de março, via WhatsApp, sendo 50 vagas para cada uma das seguintes regiões administrativas: Taguatinga, Santa Maria, Samambaia e Gama, e mais 50 para as demais regiões do Distrito Federal.

Para participar basta a mulher já ter seu empreendimento ou trabalhar como autônoma, em qualquer segmento, e se inscrever até o dia 11 deste mês. Em cada dia da semana será trabalhado um tema, como inovação, finanças e vendas online. Os conteúdos são disponibilizados por meio de fotos e vídeos, garantindo os momentos de abertura para trocas entre os participantes e envio de dúvidas e comentários.
“Estamos falando de cerca de 121 mil donas de negócios na capital, o que, em 2020, representou 36% dos empreendimentos do DF. Falar de retomada da economia, é ter um olhar atento e individual para cada setor”Mauro da Mata, secretário de Empreendedorismo

A formação será realizada pela assessora de negócios da equipe da Aliança Empreendedora de São Paulo, Veronica Maia. Administradora de formação e certificada em PMD-Pro de Gestão de Projetos Sociais, ela tem experiência com educação empreendedora desde 2015, capacitando e orientando empreendedores presencialmente e online.

Para o secretário de Empreendedorismo, Mauro da Mata, essas parcerias têm fundamental importância nesse processo de retomada da economia local. “Estamos falando de cerca de 121 mil donas de negócios na capital, o que, em 2020, representou 36% dos empreendimentos do DF. Falar de retomada da economia, é ter um olhar atento e individual para cada setor. Grandes, pequenos, micro, empreendedorismo feminino, agronegócio, cada um tem as suas particularidades e suas necessidades específicas. Nós, com outras pastas do Governo do DF, estamos desenvolvendo projetos e parcerias que dão, para cada um desses setores, o devido tratamento e ajudamos, de forma efetiva, a retomada da economia, gerando mais possibilidades de negócios e; consequentemente, mais emprego e renda para a nossa capital”, disse o secretário.
“Nós, da Secretaria da Mulher, temos como foco intensificar a participação feminina no mercado de trabalho, incentivar o engajamento delas em atividades empreendedoras, bem como sua ascensão nas respectivas carreiras. ”Ericka Filippelli, secretária da Mulher

Segundo a coordenadora de Projetos da Aliança Empreendedora, Camila Reis, o método oferece benefícios diversos para quem tem seu pequeno negócio. “Geralmente, a falta de tempo se torna um obstáculo na hora de pensar em se capacitar, especialmente, para as mulheres que têm muitas demandas. Dessa forma, a empreendedora tem acesso aos conteúdos de casa ou do próprio negócio. Coloca a mão na massa participando de desafios e interagindo sem mudar muito sua rotina. E mesmo não sendo presencial, a formação é bem dinâmica, a assessora acompanha a turma de perto durante toda a semana”, comentou.

“Nós, da Secretaria da Mulher, temos como foco intensificar a participação feminina no mercado de trabalho, incentivar o engajamento delas em atividades empreendedoras, bem como sua ascensão nas respectivas carreiras. Entendemos que, quando as mulheres conquistam sua autonomia econômica, isso assegura a possibilidade de elas fazerem escolhas no futuro, inclusive, a de não serem reféns de situações de violência doméstica, por exemplo”, afirmou a secretária da Mulher, Ericka Filippelli.

De acordo com ela, a secretaria investe em programas de capacitação como o Oportunidade Mulher, que oferece oficinas semanais, gratuitos e on-line, e, também, o Mulheres Hipercriativas, em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos. “O projeto visa capacitar 4 mil mulheres em todo DF e as inscrições dos cursos virtuais, também gratuitos, na área de economia criativa já estão abertos. Mesmo durante a pandemia, essas mulheres poderão se capacitar em casa, de forma segura, e desenvolverem seus talentos e sua criatividade em um mercado de trabalho extremamente promissor de forma segura e sem custos”, explica.

Além disso, ao final da capacitação as participantes ganham seus certificados e podem concorrer a uma assessoria individual para tratar assuntos específicos do seu negócio. Os temas trabalhados nessa semana especial vão desde vendas e capital de emergência até relacionamento com fornecedores, crédito e posicionamento on-line. “É uma jornada pensada para ajudar a empreendedora a ver as possibilidades nesse novo momento”, explicou Camila.

Segundo o subsecretário de Fomento ao Empreendedorismo, Danillo Ferreira, “sabemos que as dificuldades são enormes para as mulheres que empreendem. A maioria delas empreende por necessidade e, infelizmente, a pandemia tirou o emprego de milhares delas, forçando-as assim, a criarem saídas criativas para alimentar suas famílias”.

Até o momento, o curso Empreenda em tempos de crise, via WhatsApp, atendeu mais de 700 microempreendedores em estados como Paraná, São Paulo, Pará e Bahia. Para se inscrever na edição do Distrito Federal, basta preencher um formulário. Inscrição para o Curso Empreenda em Tempos de Crise.
Programa oferece até 95% de desconto em juros e multas para a quitação de débitos fiscais. Sobre o valor principal, o desconto é de até 50%


Pessoas físicas e jurídicas têm uma nova chance de aderir ao Programa de Incentivo à Regularização Fiscal (Refis), que garante descontos de até 95% em multas e juros e de 50% no valor principal do débito. As renegociações já podem ser feitas no Portal de Serviços da Receita do Distrito Federal a partir desta terça-feira (2).

A reabertura das adesões, autorizadas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), foi oficializada com a publicação do Decreto 41.463, publicado na edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e da Lei Complementar 983, na edição de segunda-feira (1).

Em 2020, pela primeira vez, o GDF concedeu descontos no valor principal da dívida, uma condição que vale para débitos atualizados de até R$ 100 milhões, consolidados por CPF ou CNPJ.

Puderam ser renegociadas dívidas relativas a ICMS, Simples Candango, ISS, IPTU, IPVA, ITBI, ITCD, além débitos não tributários. Fica de fora dessa segunda etapa do Refis 2020 apenas a Taxa de Limpeza Pública (TLP).

O contribuinte que, até 16 de dezembro de 2020, já tiver aderido ao Refis 2020 poderá requerer nova adesão até 24 de março de 2021.

Entre 16 de novembro e 16 de dezembro de 2020, o Refis alcançou a expressiva marca de R$ 2,672 bilhões de débitos renegociados. A expectativa inicial de arrecadação era de R$ 500 milhões, meta que foi batida em apenas 11 dias.

O sucesso com contribuintes e empresas e a demanda fizeram a Secretaria de Economia pedir ao Confaz a reabertura das adesões. “Um Refis tão arrojado e inovador como esse não poderia ser restrito a 30 dias. Essa ampliação do prazo responde ao anseio da população e do setor produtivo, que tiveram condições de sanear suas contas e ganhar mais fôlego em tempos de pandemia”, observa o secretário da pasta, André Clemente.

Adesão on-line

Quem tiver débitos com o GDF poderá simular valores e condições, negociar os débitos e gerar documentos para o pagamento no Portal de Serviços da Receita do Distrito Federal. No site, haverá também link para informações e dúvidas frequentes sobre o programa, além da opção pelo Atendimento Virtual.

No Atendimento Virtual, na opção Refis-DF 2020, o contribuinte poderá tirar dúvidas sobre como aderir ao Refis e ter auxílio para fazer as simulações, a adesão e a geração de documentos para pagamento. Esse atendimento pode ser acessado em qualquer horário.

O acesso ao portal de serviços da Receita do DF pode ser feito por pessoas jurídicas, mediante certificação digital; e, por pessoas físicas, por certificação digital ou mediante login/senha.

Nos casos de confissão espontânea de débitos, migração de parcelamentos anteriores, compensação com precatório e desmembramento de auto de infração o contribuinte deve utilizar o Atendimento Virtual, no Portal da Receita, e fazer seu pedido na opção Refis-DF 2020 até 24 de março.

A adesão ao Refis é formalizada com o pagamento da dívida à vista ou da primeira parcela, quando a opção for o parcelamento. Após esse primeiro pagamento, o contribuinte pode retirar certidão positiva com efeito de negativa, desde que não haja outros débitos em atraso atribuídos ao mesmo CPF ou CNPJ. Sem certidões negativas da Receita do DF, ou positivas com efeito de negativas, instituições financeiras não liberam crédito às empresas, que também ficam impedidas de participar de licitações.

Nos casos de parcelamento, o valor de cada parcela não poderá ser inferior a R$ 400, quando se tratar de débito de pessoa jurídica, e a R$ 100, quando for débito de pessoa física.

Poderão ser incluídos no Refis os débitos de fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2018, assim como os saldos de parcelamentos referentes a fatos geradores ocorridos até a mesma data.

O programa alcança mais de 78,4 mil pessoas jurídicas e 266 mil pessoas físicas. Ao todo, 34.441 pessoas físicas e 8.803 pessoas jurídicas finalizaram seus processos de regularização tributária junto à Secretaria de Economia na etapa do Refis 2020 realizada no ano passado. Do total renegociado, mais de R$ 460 milhões já foram pagos ao governo por meio do que é considerado o Refis mais ambicioso do tipo já feito no DF.

Refis incentiva a regularização de débitos tributários e não tributários de competência do DF, mediante:




O Refis 2020 aplica-se aos débitos relativos ao:

⇒ Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias (ICM) e ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS);
⇒ Regime Tributário Simplificado do Distrito Federal (Simples Candango);
⇒ Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), inclusive o devido pelos profissionais autônomos e sociedades uniprofissionais de que tratam o artigo 90, parágrafos 1º e 3º, e o artigo 94 do Decreto-Lei nº 82, de 26 de dezembro de 1966;
⇒ Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU);
⇒ Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA);
⇒ Imposto sobre a Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis por Natureza ou Acessão Física e de Direitos Reais sobre Imóveis (ITBI);
⇒ Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis ou Doação de Bens e Direitos (ITCD);
⇒ Débitos não-tributários, na forma do regulamento, estabelecido do decreto regulamentador.


O Facilita é a oportunidade de ficar em dia com o fisco estadual e ainda obter descontos. medida possibilita regularização de débitos de IPVA e ITCD, com descontos de até 98% em multas por atraso e juros, e de ICMS de até 90% nos juros e 98% nas multas. Secretária da Economia, Cristiane Schmidt informa que novo programa de refinanciamento só poderá ser realizado daqui a 10 anos. "Essa é uma grande oportunidade", destaca.  Tem dúvidas sobre seus débitos junto à Receita Estadual? Ligue para nosso call center da Superintendência de Recuperação de Créditos do Governo de Goiás (62) 3309-6700



O Programa de Regularização Fiscal Facilita já está em vigor em Goiás. Graças à iniciativa do governador Ronaldo Caiado, por meio da Secretaria de Estado da Economia, os contribuintes com dívidas junto à Fazenda Estadual terão a chance de regularizar a situação com descontos históricos em multas por atraso e juros. "É uma sensibilidade do governador por entender que 2020 foi desafiador. Um ano em que as pessoas sofrem bastante", afirmou a secretária Cristiane Schmidt, durante coletiva realizada na Delegacia Regional de Fiscalização de Goiânia.

A titular da Economia explicou que o programa começou no dia (1°/02), e segue até 1º de abril. Ela destacou que, como prevê a lei 20.939, um novo programa como o Facilita só poderá ser realizado daqui a 10 anos.

"Essa é uma grande oportunidade para todos aqueles que não regularizaram seus impostos possam fazê-lo nos próximos dois meses", disse.

De acordo com o programa instituído, poderão ser negociados débitos com o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD).

Arrecadação
Segundo o gerente de processos e cobranças da Secretaria da Economia, Reginaldo de Santana, a expectativa é a de arrecadar R$ 550 milhões com as renegociações. "É importante se atentar para os benefícios que serão dados", alertou.

Entre as novidades para este ano está o fato de que o parcelamento será corrigido pela taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic). Com a Selic, além de o valor ser menor do que o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), a atualização é simples, ou seja, juros simples. Os descontos alcançam quase 100% de abatimento nas multas por atraso e nos juros no pagamento à vista, além da possibilidade de parcelamentos com limites de cinco e 10 anos para a quitação.

Contador há 30 anos, Carlos Alberto Lima comemorou o início do programa. Ele relatou que dois de seus clientes possuem dívidas junto ao Estado que dificilmente seriam pagas sem as facilidades oferecidas por meio da iniciativa. "A gente aguardava há dois anos esse projeto para facilitar a redução dessas multas", disse. "O desconto veio em boa hora. É um presente muito grande neste ano de 2021, tendo em vista essa pandemia em que as empresas ficaram fechadas", acrescentou.

A adesão ao programa é simples: será possível fazer tudo sem sair de casa. Basta acessar o site da secretaria da Economia (www.economia.go.gov.br/Facilita). O atendimento presencial só será possível com agendamento prévio pelo site ou pelo aplicativo Economia OnLine - EON. O app pode ser baixado tanto no sistema IOS quanto Android.

Multas ambientais
Também entrará na negociação os créditos não tributários relativos apenas aos juros e mora, não incidindo no valor da autuação em si, referentes à imputação de multas ambientais emitidas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), julgadas em definitivo até 31 de dezembro de 2020, para as quais não caiba mais recurso, inclusive as inscritas em dívida ativa e em execução fiscal.

IPVA e ITCD
Conforme a lei nº 20.966/2020, os contribuintes com débitos de IPVA e ITCD contraídos até 31 de dezembro de 2020 poderão refinanciar suas dívidas com redutores de até 98% sobre multas formais e nos juros no pagamento à vista, além de parcelamentos de até 60 vezes.

ICMS
Conforme a lei nº 20.939, serão concedidos descontos de até 90% nos juros de débitos de ICMS, e abatimento de até 98% sobre as multas formais e de mora, com fato gerador até 30 de junho de 2020. Em regra, para a maior parte dos contribuintes, o número de prestações estará limitado a 60 vezes. Porém, há casos excepcionais nos quais o parcelamento poderá ser feito em até 120 vezes: 1) Se o contribuinte pagar 20% do tributo na primeira parcela poderá parcelar o restante em até 84 vezes;
2) Se o contribuinte desistir da disputa administrativa a respeito do débito poderá dividir em até 96 meses;
3) Empresas em recuperação judicial, em até 120 parcelas.

O Facilita é a oportunidade de ficar em dia com o fisco estadual e ainda obter descontos. A lei 20.939/20, que institui o programa, permite que outra campanha de regularização fiscal só seja realizada daqui a 10 anos! Não perca essa oportunidade! Tem dúvidas sobre seus débitos junto à Receita Estadual? Ligue para nosso call center da Superintendência de Recuperação de Créditos (62) 3309-6700

O Facilita trata-se do novo programa de regularização fiscal em Goiás, realizado do dia 1º de fevereiro a 1º de abril de 2021. Nesse período, o contribuinte poderá refinanciar débitos do Imposto sobre Operações relativas à Criculação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços (ICMS) com descontos de até 90% nos juros e até 98% na multa por atraso ( lei 20.939/20);  e também no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e  Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD) com abatimento de até 98% nos juros e na multa. Em todos ele há possibilidade de parcelamentos.

Faça tudo automaticamente pelo nosso site! Nos botões verdes à direita, escolha a opção que você deseja! As regras para os descontos estão previstas na legislação e não podem ser alteradas, por isso, NÃO há diferença na efetivação do refinanciamento pela Internet ou presencial. Para o atendimento presencial, é preciso pré agendamento.
 

IPVA - Estão aptos apenas os contribuintes com débito constituído até 31 dezembro de 2020.

Veja como  consultar os débitos do seu veículo:

Se já está vencido o contribuinte deve ir direto no botão verde ao lado "Pagamento à vista/parcelado débitos IPVA". Alertamos ao contribuinte que a Economia só emitirá o débito constituído referente ao IPVA, o licenciamento e o DPVAT devem ser emitidos diretamento no site do Detran, em consulta "Veículos" e quitados conforme as normas do órgão.

 ICMS/ITCD:

Para pagamento à vista do ICMS ou ITCD, você precisa informar o número do seu AUTO DE INFRAÇÃO.
Para saber o número do seu AUTO DE INFRAÇÃO, acesse a opção "Consulta Processos" localizada à direta, nos botões verdes.


Na última quarta-feira (03) o vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), encaminhou ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), o ofício de n° 033 do Gabinete da Vice Presidência da CLDF, em que apresenta a minuta de Projeto de Lei Complementar que Institui o Fundo Emergencial de Manutenção de Empregos e dá outras providências. O objetivo é que o GDF custeie parte das folhas de pagamentos das empresas que forem obrigadas a fechar neste período de aumento da contaminação pelo novo coronavírus

Foto: Rogério Lopes.

Em virtude do lockdown decretado e considerando os prejuízos causados ao setor produtivo, o deputado Delmasso (Republicanos) encaminhou ao governador do DF, uma sugestão de criação do Fundo de Manutenção de Empregos que tem por objetivo pagar a folha de pagamento dos setores que foram mais atingidos pela pandemia e consequentemente pelo lockdown.

Buscando enfrentar os efeitos econômicos da pandemia da COVID-19, o GDF poderá criar o Fundo Emergencial de Manutenção de Empregos.

Com essa ação poderão ser preservados até 20 mil empregos, beneficiando cerca de 80 mil trabalhadores com carteira assinada. O principal objetivo da medida é reduzir os impactos sociais relacionados ao estado de calamidade pública e de emergência de saúde pública.
 
A minuta de fundo prevê a concessão do Benefício Emergencial de Manutenção de Empregos aos trabalhadores  de: bares, restaurantes, atividades relacionadas à organização de eventos, transporte escolar, vestuário, salões de beleza, esmalterias, barbearias, academias de ginástica e escolas de ensino básico e superior. Custeada com recursos do GDF, essa compensação será paga com recursos arrecadados do ISSQN das agências bancárias.

Forte aliado do governador Ibaneis, Delmasso diz que ainda não conversou com chefe do executivo local, sobre a viabilidade da ideia. "É uma proposta. Precisa ser melhorada, além do custo financeiro de não se adotar medidas agora ser superior, os prejuízos sociais são incalculáveis. É essencial assistir os trabalhadores e auxiliar que os empregadores mantenham os empregos", afirma o distrital.

"Como é de conhecimento de todos a pandemia do Covid-19 alcançou recordes desastrosos para a saúde da população e também para o setor econômico. Empresas privadas foram as mais prejudicadas em razão da necessidade de distanciamento social e do consequente fechamento de suas portas. Estamos vivenciando novamente momento desafiadores e é preciso elaborar maneiras de ajudar todos aqueles vinculados a setores como: bares e restaurantes, eventos, vestuários, academias de ginástica, salões de beleza, esmalterias e barbearias, transporte escolar e instituições de ensino (básico e superior). Como sugestão, as fontes de recurso para manutenção do Fundo podem advir do cancelamento de dotações orçamentárias, de repasses da União e ainda no ISSQN das agências bancárias", comentou Delmasso no ofício.


O Condomínio Dedicado, o aplicativo mais completo para condomínios, vira sensação no Distrito Federal. Facilitando a vida dos síndicos e dos condôminos. Escolha um sistema capaz de otimizar sua gestão e valorizar seu condomínio. O êxito da gestão de um condomínio depende das decisões do síndico. Para realizar uma boa administração, a primeira escolha deve ser o sistema que influenciará diretamente no sucesso gerencial



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Tem um aplicativo que vem chamando a atenção de moradores de condomínios no Distrito Federal. Trata-se do Condomínio Dedicado, o mais completo para a gestão e execução de serviços condominiais. O Condomínio Dedicado é uma empresa focada no desenvolvimento de software e soluções em TI, com o objetivo de atender todas as necessidades do seu condomínio, fazendo uma administração simples, rápida e transparente.

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Vice-presidente da CLDF considera correta a decisão do governador Ibaneis de decretar lockdown e vai estudar medidas para ajudar a economia

Foto: Rogério Lopes.

"É medida difícil, mas correta". Assim, o vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), classificou a decisão do governador Ibaneis Rocha (MDB) de decretar lockdown no Distrito Federal a partir deste sábado (27).

Para Delmasso, o brasiliense vai ter que conviver com essas instabilidades enquanto a população não for vacinada. "Só vamos sair da pandemia quando vacinarmos 70% da população", disse.

As medidas adotadas pelo governador, para Delmasso, é uma medida para proteger o sistema de saúde e a população, antes que entre num colapso e mais vidas sejam perdidas. "Essa foi uma decisão que o governador teve que tomar e como muita responsabilidade".

Delmasso se disse, ainda, preocupado com a economia do Distrito Federal. Ele considera que o comércio e o setor de serviços serão os mais afetados. E lembrou da dependência econômica que o DF ainda tem do setor público.

O parlamentar vai sugerir ao Banco de Brasília (BRB) para retomar as medidas adotadas do ano passado de ajuda econômica. A ideia é disponibilizar recursos com taxas mais acessíveis para ajudar o empresariado da capital na manutenção do nível de empregos e evitar que a cidade entre em depressão econômica.

Delmasso alerta que toda crise "serve pra gente crescer" e que é preciso "fazer uma reflexão, até quando a economia do DF vai ser sustentada pelo serviço público".

É importante, segundo o deputado, pensar um projeto de médio a longo prazo para ajudar a alavancar o setor produtivo. No final de janeiro, Delmasso protocolou um projeto de lei criando o Complexo Logístico e de Exportação do DF.

Se a iniciativa for aprovada e entrar em vigor, o governo local poderá conceder incentivos fiscais, financeiros e de crédito para empresas do ramo se estabelecerem na capital federal.

De acordo com a proposta, o complexo abrangeria o Aeroporto Internacional de Brasília, Polo Industrial JK, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN) e Setor de Transporte Rodoviário e Cargas (STRC).

O objetivo da criação do Complexo Logístico e de Exportação, segundo Delmasso, é "fomentar o investimento produtivo de capital nacional ou estrangeiro na área de logística e aumentar a competitividade das exportações do Distrito Federal".

Precisamos atrair empresas, diz o deputado. "Só vamos melhorar a nossa economia atraindo empresas e assim gerar mais empregos e mais impostos, fazendo girar a economia.

Fonte: Portal do Callado.

 


Apesar dos protestos de pequena parte da população contra as medidas de isolamento, medidas de Ibaneis são a melhor saída para evitar o caos no sistema de saúde, como aconteceu em Manaus


Segundo monitoramento da Secretaria de Saúde, a taxa de ocupações dos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para tratamento de pacientes com Covid-19 no DF chegou a 97,46% neste domingo (28). Pensando nisso, o governador Ibaneis Rocha decidiu adotar medidas restritivas para conter o avanço da doença e preservar leitos de hospitais. Ao todo, a rede pública de saúde do Distrito Federal tem 206 leitos de UTI para tratar pacientes com o novo coronavírus. Desses, 192 estão ocupados. Há 22 pessoas neste momento com suspeita ou confirmação da Covid-19 à espera de um leito no DF.

Ibaneis usou seu Twitter para explicar e lamentar a decisão de um novo lockdown no DF. Ele diz não estar feliz com a medida, mas afirma ser necessário para frear a disseminação da doença.

“Decretamos lockdown total hoje depois de reunião com técnicos da Secretaria de Saúde. A medida já passará a valer a partir da meia-noite de domingo. Nós, infelizmente, tivemos que optar pelo fechamento total do comércio porque a taxa de ocupação de leitos ultrapassa os 98%”, disse o governador na primeira publicação.

Logo após, Ibaneis completou: “Não fico feliz com a decisão, sei que vai impactar na vida de milhares de pessoas, mas é necessário frente à gravidade da situação. Ficam proibidos de funcionar estabelecimentos como bares, restaurantes, museus, academias, etc. Serão mantidas apenas as atividades essenciais”.

São necessárias medidas tão duras?

De acordo com estudos ao longo de um ano de convivência com a pandemia pelo mundo, só há uma medida totalmente eficaz para se combater o avanço da Covid-19, que é o isolamento total da população. Assim, se evitaria o contagio e disseminação tão rápida da doença pelo mundo. Com 97,46% de leitos ocupados no DF, o chefe do Executivo local tomou essa decisão ao pensar na saúde da população do Distrito Federal que enfrenta um colapso na saúde.

O total de óbitos chega a 4.831, e os infectados somam 295.615, segundo dados da Secretariaria da Saúde (SES-DF).

Embora haja resistência de parte da população quanto às medidas de isolamento social, deve-se ter em mente que o fechamento da economia é a única medida realmente eficiente para evitar a disseminação do vírus da Covid-19. É fundamental a preservação de vidas, num momento em que estão ocorrendo milhares de mortes e as famílias sequer estão podendo se despedir de seus entes queridos.
Leia também: COVID-19: Vacinação de idosos entre 76 a 78 anos começa nesta sexta-feira (26), no DF

Benefícios

Sobre os questionamentos a respeito das atitudes do GDF com relação a crise sanitária de Covid-19, o Governo do Distrito Federal criou no meio do ano passado o Renda Emergencial, programa que previa pagamento de R$ 408, por dois meses, a famílias que não eram beneficiárias de outras iniciativas, como auxílio emergencial do governo federal ou Bolsa família. Com isso, o GDF, só na primeira fase do projeto beneficiou cerca de 5,6 mil famílias na capital.

Além disso, convocou profissionais da saúde para trabalhar na linha de frente em combate à doença. Os profissionais foram contratados para reforçar o atendimento à população do Distrito Federal. Na primeira convocação, foram chamados 500 profissionais.

Até na sexta-feira (26), 130.547 pessoas já haviam sido vacinadas na capital. Pensando na população foi criado o agendamento a distância “para evitar filas e aglomerações”.

Primeiro lockdown

Em março de 2020, quando o novo coronavírus estava se espalhando pelo Brasil, Ibaneis não pensou duas vezes e decretou o lockdown na capital federal, para preservar as vidas dos brasilienses. Com o medo do desconhecido, houve boa adesão às medidas de isolamento social. Porém, ontem, no primeiro dia do novo lockdown, segundo dados do Mapa Brasileiro da Covid-19, a taxa de isolamento no DF foi de 39,1%, ou seja, foi quase igual à taxa de fevereiro do ano passado, ou seja, antes do início do primeiro lockdown.

Se não houvesse medidas de isolamento social, a situação do DF poderia ficar caótica, com colapso do sistema de saúde, assim como aconteceu em Manaus. Na capital amazonense, em 26 de dezembro de 2020, o governador Wilson Lima havia decretado lockdown em virtude da gravidade do sistema de saúde. No entanto, houve protestos dos comerciantes contra as medidas de isolamento e Lima voltou atrás de sua decisão. Com isso, o sistema de saúde colapsou e ocorreram diversas mortes e transferências de pacientes para outros estados e para o DF, que tinha leitos disponíveis para recebe-los.

Com a decretação do lockdown, o governador Ibaneis demonstra grande preocupação com a vida dos brasilienses, exercendo o seu papel de chefe de Estado em proteger a população na crise do novo coronavírus, diante do impacto da pandemia no sistema de saúde do DF.

Fonte: é de Brasília.


Paralelamente a processo para definição de novo gestor da universidade, Governo de Goiás vai apoiar reestruturação da unidade de Itumbiara, que oferece curso de Medicina



Nas próximas semanas, a reitoria da UEG convocará sessão plenária do Conselho Superior Universitário para que sejam dados os prosseguimentos ao processo eleitoral. (Foto: UEG)

Após a conclusão das reformas administrativa, pedagógica e curricular, a Universidade Estadual de Goiás (UEG) deverá realizar, até o fim deste semestre, as eleições para a escolha da nova reitoria. A decisão foi tomada na tarde desta terça-feira (02/03), em reunião da reitoria interina e da Comissão de Interlocução da UEG com o titular da Secretaria-Geral da Governadoria (SGG), Adriano Rocha Lima.

" Todo o trabalho que o Governo tinha de fazer para apoiar a universidade foi concluído. Nós liberamos a universidade para fazer eleições e propusemos que eles apresentem um cronograma de convocação das eleições", afirmou o secretário.

A Comissão foi formada na 115ª Sessão Plenária do Conselho Superior Universitário (CsU) para a discussão, junto ao Governo, de assuntos pertinentes à Universidade. Nas próximas semanas, a reitoria da UEG convocará sessão plenária do CsU para que sejam dados os prosseguimentos ao processo eleitoral. Até a data da plenária, a Comissão Eleitoral da UEG deverá apresentar o cronograma das eleições para que seja apreciado.

Durante a reunião, o secretário ainda abordou a questão do curso e do vestibular de Medicina da UEG. "Em paralelo, nós também vamos apoiar a adequação da unidade de ensino de Itumbiara, que possui cursos de Medicina, Farmácia e Enfermagem. Vamos fazer uma grande reestruturação para que esses cursos tenham melhores condições do que têm hoje", destacou.

Ele afirmou, ainda, que o Governo do Estado apoia o curso, mesmo ele tendo sido criado por questões políticas, e que estão sendo feitos todos os esforços necessários para a estruturação do curso e para garantir que os discentes tenham a melhor qualidade de ensino possível.

O reitor interino da UEG, Valter Campos, afirmou que a convocação das eleições só será possível graças à boa relação da reitoria com o Governo. Ele explicou que até o final do semestre será dada continuidade às reformas pedagógica e acadêmica já iniciadas.

Participaram da reunião, o reitor interino e a chefe de gabinete da UEG, professores Valter Campos e Cristhyan Millazo, o procurador da Secretaria-Geral da Governadoria e ex-reitor da UEG, Rafael Borges, e os membros da Comissão, Edson Arantes, Fábio Santa Cruz e André Urcino.

Quem é síndico de condomínio sabe que de moleza a profissão não tem nada. Por muitas vezes, os síndicos acabam ficando totalmente atarefados com atividades para serem feitas e não dão conta de gerir tudo de uma forma organizada e rápida



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O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras.

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A cooperativa Sicoob DFMil foi criada em Brasília-DF e se aproxima dos 14 anos de história. Hoje a instituição atua em todo o Distrito Federal. São mais de 7 mil associados atendidos em 29 cidades e R$900 milhões em ativos administrados. Sempre atenta aos compromissos com a sociedade, a cooperativa, ao lado de seus colaboradores e cooperados, promoveu doação de mais de R$60 mil em ações sociais no último ano.

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Com informações do Estadão Conteúdo.


O lockdown é o sintoma, a doença é o covid-19, para este, o único remédio é a vacina  


Por Sandro Gianelli

O lockdown não é algo que agrade ninguém: políticos, empresários, empregados, absolutamente ninguém fica contente com o lockdown.

Este é o momento de focar em vacinar a população, pois apenas a vacina resolverá de uma vez por todas o combate ao coronavírus.

Não é momento para subir no palanque e usar o lockdown como pano de fundo para as eleições de 2022.

Se tem culpados pelo que está acontecendo, o tempo apontará. Mas agora o que deveria ser feito era uma união de recursos para a aquisição das vacinas.

Alguns políticos estão tentando ajudar, mais do que discursando.

O senador Reguffe destinou recursos para a compra de equipamentos para os hospitais públicos do Distrito Federal. Foram mais de R$ 8 milhões para a compra de tomógrafos, ventiladores mecânicos e oxímetro.

Os distritais Hermeto e Fábio Félix destinaram, cada um, R$ 1 milhão de reais para a aquisição de vacinas.

Se os políticos dos DF, todos eles, sejam senadores, deputados federais ou distritais, perguntarem para seus eleitores se eles preferem que a escola ao lado de sua casa, a calçada ou qualquer outra obra, seja deixada para o ano que vem, porque neste ano, todos os recursos serão destinados para a compra da vacina. Adivinhem o que será escolhido?

Não temos a cura, mas temos a vacina, deveriam estar focando todos os esforços nela.

*Sandro Gianelli é apresentador do programa Conectado ao Poder na TV União - canal 11.1; apresentador do programa Esquenta na rádio Metrópoles - 104,1 FM; editor do Portal Conectado ao Poder; Consultor em Marketing Político; e ex-Secretário Municipal de Comunicação Social.


Cada crise que atravessamos, ao longo desse longo e tortuoso caminho que teve seu princípio em 1889, com o golpe que levou à implantação da República, vem embalada por novas expressões do idioma, que traduzem e resumem cada momento e que logo são assimiladas por grande parte dos brasileiros


Por Ibaneis Rocha

Já acostumados aos desvarios de um Estado institucionalmente mal ajambrado e capturado desde cedo, por uma elite política mal intencionada, a sociedade já não se espanta com medidas tomadas em cima do laço e sem aviso prévio. Foi assim também no confisco das poupanças e em outras medidas que, em última análise, têm os brasileiros como alvo principal e não as elites, a quem tudo é facultado.

Depois das expressões inflação, déficit, impeachment, peculato, corporativismo, ativismo político, rábulas e outras do gênero, estamos diante agora do estrangeirismo lockdown. Para aqueles que vão, pouco a pouco, familiarizando-se com a palavra que parece ter vindo para ficar, depois de uma pandemia que se dizia breve como uma gripe, trata-se aqui de uma interrupção rigorosa e com critérios diversos, imposta pelo Estado, bloqueando total ou parcialmente a vida nas cidades.

Acostumados a uma pandemia que já se prolonga por mais de um ano, eis que agora é imposto um isolamento rígido, físico e social entre as pessoas, mesmo da mesma família, a fim de se obter uma desaceleração na propagação do Coronavírus e de suas várias e rápidas mutações. Pelo menos é o que acreditam as autoridades sanitárias, diante da anunciada superlotação dos hospitais em todo o país.

Esse bloqueio total, anunciado agora pelo GDF, vem na esteira de outros que estão sendo decretados pelo país afora e tem, como uma das causas principais, a pouca adesão e respeito da população aos protocolos sanitários exigidos e que podem ser observados no simples ato de usar as máscaras. É preciso aqui salientar que, ao contrário do que ocorre em países como a Inglaterra, em que até a rainha Elizabeth II aparece em vídeos institucionais apelando para que todos sigam as orientações das autoridades sanitárias e mantenham a disciplina durante a pandemia, algumas autoridades fingem usar esse equipamento, só ostentando, quando são flagrados pelos repórteres bisbilhoteiros.

Não se vê, em parte alguma, vídeos e outros meios de comunicação das autoridades apelando para que a população siga as normas de higiene e de distanciamento. Com isso, não surpreende que parte da população simplesmente despreze essas medidas e passe a se comportar como se nada disso estivesse acontecendo. As reuniões em bares e restaurantes seguem noite adentro. Em toda a parte, é possível ver brasileiros infringindo as orientações de médicos e especialistas. Se até em um simples grupo de WhatsApp as pessoas se acham no direito de infringir as regras, nesse exemplo diário, vemos como pensam esses rebeldes que desconhecem o bem comum.

De fato, a população repete o comportamento das elites e da maioria dos dirigentes do Estado. Infelizmente, nessa falta de respeito geral, quem mais sofre são justamente aqueles que têm se resguardado em casa, os idosos, os comerciantes que seguem as normas e a maioria dos profissionais liberais, que ganham o sustento no dia a dia de trabalho.

A frase que foi pronunciada: "Governar não foi feito para covardes. Foi feito para quem tem coragem de buscar as soluções, por mais difíceis que elas pareçam".

Ibaneis Rocha é Advogado e está Governador do Distrito Federal.

Lançado em fevereiro de 2019, o VuonCard, cartão de crédito do Grupo Pereira, quinto maior varejista do País, completa dois anos com a emissão de mais de 360 mil cartões para clientes das bandeiras Comper e Fort Atacadista localizadas nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. Somente em 2020, ano marcado por dificuldades econômicas, foram emitidos mais de 130 mil plásticos e o valor das transações financiadas pelo próprio grupo chegou a mais de R$ 800 milhões. Para 2021, o grupo pretende chegar a cerca de 500 mil unidades e atingir a meta de R$ 1 bilhão em valor transacionado.

Criado para oferecer crédito de forma simples aos clientes, o VuonCard ampliou o poder de compra das classes C e D durante a pandemia. A emissão, feita nas lojas em até 12 minutos, requer apenas um documento com foto e seu uso oferece uma série de benefícios, como descontos e parcelamento das compras. Com isso, as compras feitas pelos clientes que usam o cartão são mais frequentes na comparação com os que não usam.

“Os valores dos tickets dos clientes que pagam com o VuonCard são, em média, 50% maiores do que os daqueles que usam outros meios de pagamento. Isso se dá pelas vantagens que oferecemos a eles. O uso da inteligência artificial nos permite entender seus hábitos, como períodos e frequência de visitas ao mercado, produtos de maior interesse, valor médio das compras e, com isso, oferecer promoções e serviços que os fidelizam”, explica Rafael Souza, diretor do VuonCard. 


Estratégia

Ao optar por um modelo de gestão e financiamento próprio do Grupo Pereira, o Vuon Card  permite conhecer o comportamento de compra do cliente para melhor fidelizá-lo e oferecer àquilo que é melhor para ele em todos os sentidos. “Ao decidirmos assumir o risco que antes era do banco, apostamos na relação com nossos clientes. Com crédito acessível, trabalhamos a inclusão das pessoas e essa democratização permite que os desbancarizados possam ter acesso à produtos e serviços, que não teriam antes, além de ampliarmos o público-alvo e a fidelização”, continua o diretor do negócio. 

Serviços exclusivos

Além da emissão descomplicada dos cartões, os clientes têm acesso a uma série de vantagens, como a possibilidade de pagamento da fatura em até 40 dias, parcelamento diferenciado nas compras, reestabelecimento imediato do crédito após pagamento da fatura no caixa da loja, acesso a promoções e descontos exclusivos e a produtos como o Plano Odontológico e o Fatura Garantida, que garante a quitação da fatura em caso de imprevistos (como a falta de renda por desemprego) e oferece cobertura para morte, invalidez por acidente, assistência residencial, entre outros, de acordo com o plano contratado. O Fatura Garantida conta ainda com sorteios mensais que variam de R$ 3 mil a R$ 6 mil.

O acesso às informações do cartão pode ser feito presencialmente nas lojas, por telefone ou ainda por meios digitais. Todos os pontos de contato com o cliente são feitos por canal próprio e uso de Inteligência Artificial nos meios eletrônicos (que inclui site, aplicativo, Messenger WhatsApp e Telegram e chatbot com atendimento pelo assistente virtual).




Novo programa do BRB é lançado com objetivo de ajudar na recuperação dos impactos econômicos da pandemia



O BRB lança o Acredita-DF, um novo programa com soluções para redução dos impactos financeiros provocados pela crise da Covid-19. Por meio do Acredita-DF, o banco vai conceder até R$ 2,5 bilhões em crédito, para pessoas físicas e jurídicas, com o objetivo de atender a diferentes setores da cadeia produtiva.

"Como banco público, o BRB trabalha em prol do desenvolvimento econômico, social e humano do Distrito Federal. No ano passado, fomos a primeira instituição financeira do País a lançar um programa, o Supera-DF, para contribuir com a recuperação dos impactos econômicos decorrentes da pandemia. E movimentamos R$ 4 bilhões. Agora, apresentamos o Acredita-DF, e esperamos poder colaborar, ainda mais, para ajudar pessoas e empresas", afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Além da liberação de novos créditos, o Acredita-DF também permite a suspensão, por até 180 dias, de pagamento de parcelas de financiamentos já contratados em todas as linhas, entre elas os produtos Crédito Imobiliário e o Crédito Consignado.

No caso do financiamento imobiliário, a cobrança, durante a suspensão dos pagamentos, será apenas dos valores referentes ao seguro das operações (valor variável de acordo com a idade, saldo devedor e valor de avaliação do imóvel) e taxa de administração.

Condições

O Acredita-DF chega com uma série de condições especiais e as menores taxas do mercado. No caso de novas contratações, a taxa de juros para o Crédito Consignado é a partir de 0,79% a.m. Para renegociação de dívida, a taxa praticada será a partir de 0,80% a.m. Já no Crédito Pessoal, a partir de 1,50% a.m.

Para os clientes PJ, o Acredita-DF tem Capital de Giro a partir de 0,80 % a.m. e carência para pagamento de até 12 meses. Para Investimento, a carência pode chegar a até 24 meses.



Serviço:

Para aderir ao programa Acredita-DF, que terá duração de 90 dias, os clientes Pessoa Física ou Pessoa Jurídica devem procurar os canais digitais do banco: Mobile, Internet Banking e telebanco (61 3322-1515).




O texto fala de medidas excepcionais relativas à aquisição de vacinas destinadas à vacinação contra a covid-19

Foto: Pedro Figueiredo.

A pandemia de covid-19 já causou mais de duzentos e cinquenta mil óbitos no Brasil. Como ainda não há terapia absolutamente eficaz contra o vírus, diante das tecnologias disponíveis, o isolamento social ainda é a estratégia que se mostra mais efetiva para frear o avanço da doença. Aqui no Distrito Federal foram mais de quatro mil e oitocentos óbitos. Por isso, o deputado Delmasso (Republicanos-DF) é autor do projeto de lei 1383/2021 que dispõe sobre as medidas excepcionais relativas à aquisição de vacinas destinadas à vacinação contra a covid-19.

Nesse cenário de restrição, o desenvolvimento de uma vacina surge como grande prioridade dos cientistas, visto que a imunização da população assume uma importância central nas políticas de saúde, pois seria capaz de evitar a rápida propagação da doença, além de permitir a volta segura das atividades comerciais, em seu ritmo normal. Vários governos nacionais já têm negociado a compra de grandes lotes de tais imunobiológicos, pois entende-se que a oferta inicial desses insumos não conseguirá atender à grande demanda mundial, o que vem gerando concorrência para a sua aquisição. 

"Pensando na demanda mundial pela aquisição de vacinas para imunização da população, os estados poderão necessitar da aquisição de vacinas que já foram autorizadas pela ANVISA. Nestas hipóteses e para que não haja uma crise de abastecimento no mercado nacional e interno, apresento este PL  para garantir a possibilidade de aquisição de quaisquer materiais, medicamentos, equipamentos e insumos da área de saúde, entre eles, vacinas.  Vacinas essas, comprovadamente imunizantes, que já obtiveram a respectiva autorização para comercialização pelas agências internacionais ora relacionadas, de competência mundialmente reconhecida", comentou o vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

 É público e notório que a ausência de vacinas aptas à imunização têm preocupado governadores de todos os Estados, alguns dos quais sentiram a necessidade de recorrer à justiça para assegurar o direito à compra da vacina aprovada por outras agências reguladoras. Com a aprovação da presente lei, o Governo do Distrito Federal, havendo comprovada necessidade e mediante certificação das autoridades sanitárias estrangeiras relacionadas, terá pleno amparo legal para a aquisição de vacinas para atender à demanda da população brasiliense imediatamente.

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) referendou decisão liminar do ministro Ricardo Lewandowski que autorizou os estados, os municípios e o Distrito Federal a importar e distribuir vacinas contra a Covid-19 registradas por pelo menos uma autoridade sanitária estrangeira e liberadas para distribuição comercial nos respectivos países, caso a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não observe o prazo de 72 horas para a expedição da autorização. A decisão prevê também que, caso a agência não cumpra o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 apresentado pela União, ou que este não forneça cobertura imunológica a tempo e em quantidades suficientes, os entes da federação poderão imunizar a população com as vacinas de que dispuserem, previamente aprovadas pela Anvisa. 

Em seu voto, o ministro Ricardo Lewandowski ressalta que a magnitude da pandemia exige, "mais do que nunca", uma atuação fortemente proativa dos agentes públicos de todos os níveis governamentais, sobretudo mediante a implementação de programas universais de vacinação. Ele assinala que o Sistema Único de Saúde (SUS), ao qual compete, dentre outras atribuições, executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, é compatível com o "federalismo cooperativo" ou "federalismo de integração" adotado na Constituição da República.

Esse modelo se expressa na competência concorrente entre União, estados e Distrito Federal para legislar sobre a proteção e a defesa da saúde e na competência comum a todos, e também aos municípios, de cuidar da saúde e assistência pública. Para o ministro, isso inclui não somente a disponibilização de imunizantes diversos dos ofertados pela União, desde que aprovados pela Anvisa, mas também a importação e a distribuição, em caráter excepcional e temporário, de quaisquer materiais, medicamentos e insumos da área de saúde sujeitos à vigilância sanitária sem registro na Anvisa considerados essenciais para auxiliar no combate à pandemia, conforme disposto na Lei 13.979/2020 (artigo 3°, inciso VIII, alínea 'a', e parágrafo 7°-A). 

Por fim, conforme decisão do STF, a Lei n.º 13.979/2020, (Dispõe sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pelo surto de 2019), ao fazer referência ao termo "autoridades" — sem qualquer distinção expressa entre os diversos níveis político-administrativos da federação — autoriza qualquer ente federado a lançar mão do uso de medicamentos e insumos sem registro na Anvisa.   


Programa já recebeu em investimentos privados cerca de R$ 30 milhões
 

O Adote Uma Praça completa 2 anos hoje com muita história para contar. São 24 meses de muito trabalho junto às Regiões Administrativas, empresários e a população. Segundo o Secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade, o objetivo do programa é incentivar o trabalho em conjunto com pessoas físicas ou empresas que tenham interesse em adotar áreas públicas por um período determinado.

"Desde a criação do programa, com orientação e apoio do governador Ibaneis Rocha, conseguimos fomentar o desenvolvimento, gerando, além das benfeitorias, emprego e renda. Esse é o objetivo, chegar em todos os lugares de nossa cidade", explica Andrade.

O Adote uma Praça foi oficializado por meio do Decreto nº 39.690, que regulamenta a Lei nº 448, de 19 de maio de 1993, referente à adoção de praças, jardins públicos e balões rodoviários, por entidades e empresas.

Em dois anos, já foram entregues 29 benfeitorias, o programa está presente em 19 Regiões Administrativas (RA's) e já foram feitos 92 pedidos de adoção. Hoje, estão em andamento 15 projetos,  36 solicitações de adoções em análise e os investimentos privados chegam a R$ 30 milhões..

Com o Adote, o Governo do Distrito Federal firma parcerias com empresários e moradores para a recuperação e manutenção de praças, jardins, balões rodoviários, estacionamentos, canteiros/jardins, pontos turísticos, monumentos, parques infantis, pontos de encontro comunitário, ou seja, qualquer espaço público de uso livre da comunidade.

"É um trabalho conjunto com as RA's, por isso estamos sempre conversando com os administradores para que possamos chegar às 33 cidades do Distrito Federal", comentou Roberto Andrade".

É a partir das Regiões Administrativas que a comunidade, o cidadão individualmente, ou uma empresa dá o primeiro passo para adotar um espaço público. Essa adoção vem da necessidade dos moradores de melhorar o local em que vivem.

As RA's que apresentaram mais pedidos de adoção, nesses 24 meses, foram: Plano Piloto, com 24 solicitações; Gama, com 13; Jardim Botânico, com 10 e Guará com 8.

Segundo a Administradora do Plano Piloto, Ilka Teodoro, essas parcerias entre o público e o privado são um estimulo à realização de benfeitorias que beneficiam toda a coletividade. "O Adote uma Praça é um instrumento muito simpático e interessante para aproximar a população, o empresariado e a administração pública na melhoria de espaços, recuperação de áreas degradadas e construção de Pontos de Encontro e Convivência Comunitários".

"O Adote chegou em um momento importante aqui no Gama. E conseguimos grandes parcerias. É um programa que surge do interesse de um particular, um cidadão ou uma empresa, que são também os próprios beneficiários das melhorias", comentou a Administradora do Gama, Joseane Feitosa.

Outra região que também comemora os resultados alcançados com o Adote é a do Sudoeste/Octogonal. "O programa simplificou, agilizou e, com isso, estimulou as parcerias entre os empresários e moradores com o GDF. Aqui na nossa região, em que parceria é a tônica da relação da administração com a sociedade, o programa irá proporcionar melhorias em vários equipamentos públicos', explicou a Administradora Tereza Canal Lamb."

Para o administrador de Ceilândia, Marcelo Piauí, a iniciativa é importante para desenvolver os espaços de convivência e lazer da região. "Ceilândia possui diversas praças abandonadas, e já estamos mudando essa realidade. Finalizamos, em parceria com o projeto Ruas, a revitalização da Praça do Cidadão, que é um símbolo para todos os ceilandenses. Nosso intuito é contemplar a Praça dos Eucaliptos e outras mais", ressaltou.

 

Parcerias

A visibilidade do Adote Uma Praça está crescendo no DF. O programa permitiu a concretização de parcerias importantes. Vários empresários e moradores têm procurado as RA's e também muitas vezes a Sepe para adotar os mais variados equipamentos públicos.

"Já foram adotadas rotatórias, jardins, becos, praças, parquinhos e até uma região inteira foi revitalizada pelo programa, como é o caso do Setor Hospitalar Sul. E também temos agora um projeto gigantesco que é a revitalização do Setor Comercial Sul, pela CNI (Confederação Nacional da Indústria)", informa o secretário.

A satisfação dos adotantes e da população está por todos os cantos da capital federal.

"Construir um estacionamento para dar mais conforto aos nossos pacientes e familiares era um sonho antigo. Com o projeto, conseguimos viabilizar a obra, sem custo para o governo, nem para os pacientes". O comentário é da diretora geral do Hospital Brasília, Regina Célia Duarte, primeiro adotante do programa.

Regina Célia acredita que formar parcerias é o melhor caminho na gestão, seja pública ou privada. "O projeto Adote Uma Praça é o melhor exemplo do provérbio que diz que 'se quer ir rápido, vá sozinho, mas se quiser chegar mais longe, vá acompanhado'.

A mãe de Luísa, 13 anos, que estuda na escola Moara, na Asa Norte, Fernanda Rosa, acreditou que poderia melhorar a quadra que fica ao lado do colégio e que era usada por toda a comunidade, inclusive por trabalhadores das oficinas da redondeza. Fernanda e outras mães se reuniram e descobriram o Adote Uma Praça.

"Nós vimos que o GDF não parou durante a pandemia. A cidade toda está em obras e isso nos inspirou a acreditar que nós também conseguiríamos. O processo de adoção não parou e nós conseguimos. Tenho certeza de que a quadra vai ficar excelente e só temos a agradecer todo o esforço da comunidade e também do Governo", comemora.

O mesmo aconteceu com Nilton Mourão. O amor pela cidade onde mora e mantém seus negócios levou o empresário a adotar um espaço poliesportivo da Quadra 21 do Paranoá e entregá-lo, totalmente revitalizada, à população.

Como mora na rua em frente à praça, decidiu aderir ao programa coordenado pela Sepe. "Nós quisemos fazer um espaço diferenciado. Mudamos a calçada e transformamos o piso da quadra".

 

Como participar

O programa Adote uma Praça é desenvolvido com a participação espontânea de pessoas físicas ou jurídicas, interessadas em manter e organizar locais públicos por meio de projeto próprio ou de iniciativa do Estado.

"Temos que estar cientes de que o GDF faz, mas não faz sozinho. A comunidade deve ajudar, deve cuidar e zelar pelos espaços públicos. É possível fazer acontecer, e esse projeto faz acontecer!", celebrou o secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade.

A pessoa física ou jurídica que firmar o termo de cooperação poderá instalar placas com mensagens indicativas informando ser adotante. O espaço ficará recuperado para uso e integração dos moradores.

A Sepe e as Regiões Administrativas estão sempre prontas para receber novos parceiros, sejam grandes, médias ou pequenas empresas, ou a comunidade. Se quiser adotar algum espaço, entre em contato com a administração da sua cidade ou mande um e-mail para sepe.gab@buriti.df.gov.br


Zé Diniz, prefeito de Abadiânia, recebeu o prêmio Melhores do Ano 2020 do Blog do Paulo Melo pelos seus serviços prestados ao município de Abadiânia, em Goiás e ao Brasil



Diniz foi eleito em 2016 com 4.717 votos e reeleito prefeito do município com 4.503 votos. O prefeito é reconhecido na cidade por ser um político articulado e hábil. Desde sua chegada na prefeitura, a cidade avançou em todas as frentes.

Zé Diniz tem 56 anos, é casado, tem nível superior completo e é administrador de formação. O prefeito é um exímio realizador de obras no município, com feitos por todas as regiões de Abadiânia.

Hoje, quem anda na cidade vê asfalto em todos os bairros, escolas novas, postos de saúde, praças reformadas, reforma de órgãos públicos, iluminação pública com lâmpadas de LED.

Para ajudar a população a ficar em casa e cumprir o decreto, que estabelece que diversos estabelecimentos comerciais fecham, a Galeteria Beira Lago oferece delivery e drive thru


  Tradicional na capital federal, a Galeteria Beira Lago, a casa tem o delivery de galetos e quentinhas. A galeteria está funcionando apenas para almoço de segunda à sexta de 11h30 às 16h. Sábado e domingo até 17h. Somente por delivery e drive thru, função da pandemia do coronavírus, que causou diversas mudanças no cotidiano dos brasilienses. Com essa nova cepa do vírus o fechamento de bares e restaurantes foi inevitável, dentre as medidas tomadas para evitar a aglomeração e contaminação, e resta agora o serviço de entrega. Visando o bem-estar dos clientes e a rentabilidade dos negócios, a Galeteria Beira Lago aderiu ao modelo de entregas. Confira algumas alternativas de pratos disponíveis na  Galeteria Beira Lago para comer bem, sem sair de casa.

Com o decreto com as novas restrições estabelecidas pelo Governo do Distrito Federal que garantiu que serviços como delivery, drive-thru e take-out podem manter o funcionamento normalmente, desde que o restaurante não funcione para receber público dentro das dependências. A exceção está dentro do texto publicado na edição extra deste sábado (27/2) do Diário Oficial do Distrito Federal e está vigorando desde o primeiro minuto de hoje (28/2).

A Galeteria Beira Lago é um restaurante de destaque na capital federal, quando se quer almoçar uma comida gostosa e rápida por delivery ou drive thru. É importante destacar que o que diferencia a galeteria de outras casas em Brasília é a comida de boa qualidade, agilidade e rapidez na entrega ou no drive thru.

"O mercado mudou de uma hora para outra, com isso estamos entrando no delivery e drive thru, com a mesma competência do salão do restaurante", comenta o sócio diretor, Miranda. Atualmente a casa está abrindo somente para almoço em delivery e drive thru, mas quando tudo se normalizar, a Galeteria pretende abrir também para o almoço no salão. O diretor também comentou sobre o difícil e produtivo  início de 2021. "Agradeço aos clientes pelo apoio e presença em todo esse momento de pandemia, mas a Galeteria Beira Lago passou bem por tudo isso, inovando com o delivery, drive thru e quentinhas. Com a vacinação de todos os brasileiros, 2021 será um ano com muito sucesso e bem melhor para a galeteria, para nossos clientes, para Brasília e para o  Brasil", destacou Miranda.

O endereço com vista para o Lago Paranoá vende por delivery e drive thru o tradicional galeto em quentinhas ou porções. Assados na brasa, os pedaços da ave ganham o reforço de salada verde, maionese de batata, polenta frita, arroz, farofa de ovos ou de bacon, molho com sete ervas e talharim em três preparos: à bolonhesa, alho e óleo ou na manteiga.



Serviço:
Galeteria Beira Lago
Delivery: Link do ifood ou aqui https://www.ifood.com.br/delivery/brasilia-df/galeteria-beira-lago-asa-sul/031d6503-4c29-4272-b35e-ffe5595c5b22
Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul, trecho 2, conjunto 32/33, ao lado do Pier 21;
Telefone: 61 3233-7700 / 61 99866-3466
Horário de funcionamento: Somente almoço – 11h30 às 16h. Sábado e domingo até 17h;
Site: www.galeteriabeiralago.com.br


Quando o lockdown é decretado, as pessoas não podem sair de casa a não ser os profissionais de serviços essenciais, ou pessoas que tenham um motivo plausível, como por exemplo, precisam sair para comprar alimentos e medicamentos ou precisam ir ao médico ou hospital. O Coronavírus (COVID-19) afetou o Brasil e, claro, está transformando também a vida em condomínio



O decreto n° 41.842 do GDF de 26/02/2021, diz que  ficam suspensos academias de esporte de todas as modalidades,  atendimento ao público em clubes recreativos e na construção civil. Com isso, a proibição do uso das áreas comuns de lazer em condomínios como academias, áreas esportivas, salões de festas, piscinas, saunas e churrasqueiras é certa. Já que os condôminos deverão evitar qualquer circulação desnecessária, para se proteger da COVID-19, essa circunstância também deve valer para dentro dos condomínios e suas áreas comuns.

Não só vale para os condomínios, como também para os funcionários e prestadores de serviços do condomínio. O síndico terá que verificar a escala, se preparar quanto ao controle de acesso, e se necessário mandar comunicados aos condôminos para que todos estejam cientes dos acontecimentos.

Por isso é importante que os síndicos e administradoras de condomínios fiquem atentos e já tomem uma série de medidas e providências para não serem pegos de surpresa, e manterem o bom funcionamento de suas atividades. Com o lockdown os condomínios devem ter mais atenção no controle de acesso de pessoas, escalas de serviços e uma forma eficiente de manter a limpeza do condomínio em ordem.

Na prática, isso significa que:
  1. fechamento total de todas as áreas comuns dos condomínios é certo;
  2. uso de máscara na circulação de áreas comuns do condomínio;
  3. funcionários devem se municiar de documentos para uma possível fiscalização;
  4. síndico deve organizar escalas de trabalho para diferentes cenários, prevendo baixas de funcionários;
  5. organizar manutenção de equipamentos essenciais;
  6. reforço na limpeza de áreas mais acessadas por moradores;
  7. regras rígidas para reduzir o fluxo de pessoas dentro do condomínio.

O síndico, contabilidade e a terceirizada devem unir forças para providenciar um "kit lockdown" para cada funcionário do condomínio, que deve incluir.
  1. carteira de trabalho;
  2. último holerite / contracheque;
  3. declaração assinada pelo síndico ou pela contabilidade atestando que a pessoa trabalha em serviço essencial de condomínio (portaria, segurança ou limpeza) para apresentar a um possível fiscal e conseguir fazer o trajeto casa-condomínio-casa. Se possível, registrada em cartório.

Outras medidas voltadas para apoio aos funcionários que também podem ser adotadas:
  1. vale-combustível aos que tenham veículo próprio;
  2. estabelecer escala de trabalho 12x36 com 4 funcionários por posto;
  3. em último caso, disponibilizar acomodação no condomínio aos funcionários, se possível.


OUTRAS DICAS:
  1. Lixo: os moradores devem descer com o seu lixo até as lixeiras específicas, observando os dias e horários de coleta
  2. Limpeza básica: caso o condômino produza sujeira, ele mesmo providencie a limpeza. A famosa máxima "sujou, limpou".
  3. Se chegar ao ponto de haver baixa de porteiros sem condições de substituição, a sugestão é que a portaria fique fechada entre 18 e 6 horas, com apenas um turno de trabalho.
  4. No horário sem porteiros, a entrada e saída de moradores seria feita pela garagem, com o controle remoto.
CUIDADOS A SEREM TOMADOS PRESTADORES DE SERVIÇO: é importante que o condomínio esteja em dia com as manutenções de itens prioritários, como elevadores, CFTV, bombas de recalque, portões e interfones antes do  lockdown . Se a medida mais rígida vier, somente manutenções emergenciais devem ser realizadas, como vazamentos de água e gás ou pane elétrica.

MORADORES: fazer campanhas de conscientização, reforçando que o período é delicado e o meio mais eficaz para evitar a transmissão do vírus é ficando em casa.

FERRAMENTAS PARA CAMPANHAS: whatsapp, SMS, e-mail, plataformas de comunicação e aplicativos e telas de comunicação e notícias.

DELIVERY: o ideal é que as encomendas sejam retiradas na portaria pelo morador. Desta maneira, evita-se que pessoas de fora circulem pelas dependências do condomínio, além da questão de segurança.

EMPREGADAS, FAXINEIRAS, BABÁS E CUIDADORES: a orientação geral é que seja mantido somente o que for essencial. A depender do decreto, talvez o condômino precise hospedar seu funcionário em sua unidade durante o período do lockdown.

VISITAS: novamente, fazer campanhas de conscientização junto aos moradores para não receber visitas em suas unidades que não sejam essenciais. Reuniões sociais, jantares e festas não combinam com o momento. A depender do decreto, síndicos podem fazer controle de acesso ainda mais rígido.

SE ÁREAS COMUNS FOREM FECHADAS POR FORÇA DE LOCKDOWN, O CONDÔMINO PODERÁ REQUERER DESCONTOS NA COTA CONDOMINIAL POR NÃO AS UTILIZAR?
Não. Cota condominial é rateio de despesas e o fato de condôminos estarem sendo impedidos temporariamente de usar algumas áreas, para evitar aglomeração e contágio, não significa que não estão sendo feitas as devidas manutenções e outros cuidados, que implicam em despesas previstas. Cabe a cada condômino liquidar sua cota condominial, em conformidade ao artigo 1336, I do Código Civil. Fazendo justiça aos gestores, a grande maioria dos síndicos têm buscado negociar contratos, suspender serviços ligados à utilização das áreas comuns e outras medidas, de forma a minimizar o impacto financeiro sofrido por todos.

QUE MEDIDAS O SÍNDICO PODE APLICAR AOS MORADORES QUE NÃO OBSERVAREM AS RESTRIÇÕES?
O momento é atípico e exige controle e rigor de forma a proteger a coletividade. A proteção ao coletivo deve se sobrepor a interesses individuais, logo a ferramenta que o síndico deve utilizar nesse delicado momento, é a aplicação de advertências e, se for o caso, de multas. Vale conceder ao infrator a oportunidade de se justificar tão logo receba o aviso de multa (assim como ocorre com as multas de trânsito). Contudo, devido ao momento excepcional de pandemia, as medidas devem ser céleres e rigorosas, sob pena de se colocar a todos em risco.

COMO DEVEM SER TRATADAS AS EXCEÇÕES QUANTO À NECESSIDADE DE CIRCULAÇÃO NAS ÁREAS COMUNS?
Cada condomínio é único e possui suas peculiaridades. Dessa forma, o síndico deve ter sensibilidade para analisar os anseios de sua massa condominial e buscar resolver as situações individuais aplicando ponderação, sem perder de vista as inúmeras responsabilidades que a lei lhe impõe, inclusive na esfera criminal.

QUAL A FINALIDADE DE AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS ADOTAREM O LOCKDOWN NO CASO DA COVID-19?
Evitar a circulação de pessoas em busca do controle do contágio da COVID-19 com essa nova variante. Por ser notoriamente muito alto o nível de contaminação, o lockdown protege a população frágil em termos de saúde (idosos e pessoas com comorbidades) e evita o colapso do sistema de saúde. Os casos mais graves da epidemia necessitam de leitos de UTI, que podem ficar ocupados por muitos dias face a necessidade de auxilio para respirar artificialmente. Isso gera déficit de leitos e prejuízo no atendimento aos doentes, especialmente no sistema de saúde público.

COMO O LOCKDOWN ESTÁ SENDO TRATADO NO BRASIL?
Tema de inúmeros debates e embates políticos, a questão foi superada após análise do Supremo Tribunal Federal, que decidiu que o Distrito Federal, Estados e Municípios têm competência para adotar as medidas que necessitarem para combate à pandemia, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde quanto a protocolos sanitários e nas questões técnico médicas.

COMO SE IMPÕE O LOCKDOWN NO DISTRITO FEDERAL?
O lockdown pode ser imposto por ordem judicial, e aqui entendemos que a ação pode ser proposta por iniciativa do Ministério Público, ou por Decreto do Chefe do Poder Executivo (Governador do Distrito Federal).

COMO FICA O DIREITO DE IR E VIR COM O LOCKDOWN?
O direito de ir e vir é uma das "princesas" das garantias constitucionais, está ligado à liberdade da população. Contudo, estamos vivendo em momento excepcional, tal qual uma guerra. A adoção de medidas extremas tem por objetivo combater o "inimigo comum", a nova cepa do novo coronavírus. O objetivo principal é proteger a vida. Entre o dever estatal de proteger a saúde e a vida da população e a garantia à liberdade de ir e vir, a segunda fica minimizada, pois a vida sempre prevalecerá em qualquer circunstância. Logo, por via reflexa, aplica-se tal premissa aos condomínios e condôminos, que sofrerão restrições e deverão se sujeitar.

COMO OS TRIBUNAIS TÊM DECIDIDO TAIS QUESTÕES?
A maior parte das decisões judiciais, especialmente do Judiciário Brasiliense, é por consagrar as medidas restritivas adotadas pelos síndicos em detrimento a pedidos individuais de liberação de obras, de livre circulação, utilização de espaços comuns, dentre outros.  


E OS CONDOMÍNIOS COMERCIAIS, TERÃO OS MESMOS IMPACTOS E ADOÇÃO DE MEDIDAS COMO OS CONDOMÍNIO RESIDENCIAIS?
Apesar de a finalidade ser diferenciada, os condomínios comerciais serão afetados pelo decreto de lockdown, devendo limitar seus serviços e atendimentos tão somente às atividades essenciais. Aplicam-se as providências por parte do síndico também.

SEGURANÇA TAMBÉM É SERVIÇO ESSENCIAL
Em tempos de pandemia fala-se muito nos serviços essenciais: atendimentos de saúde, mercados, farmácias, serviços de entrega, etc. Mas poucos se lembram de que, em momentos de isolamento social, em que a maioria das pessoas está recolhida em suas residências, quando o trabalho é em home office e as crianças estudam em casa, os condomínios em que moram precisam funcionar perfeitamente com porteiros e zeladores trabalhando. E um dos itens mais importantes para esse funcionamento é o sistema eletrônico de segurança: portões automáticos, controles de acesso, câmeras internas e externas são também elementos essenciais para garantir o conforto e a segurança de moradores e funcionários no seu dia a dia.

É hora de avaliar parceiros e prestadores de serviço nessa área. Afinal, é nas crises que percebemos quem está ou não do nosso lado, com quem podemos realmente contar. Quem nos faz sentir seguros e protegidos, através da prestação constante de um serviço de qualidade. Profissionais que não vemos, mas cuja atuação nos garante ficar em casa com mais tranquilidade e segurança.

Os momentos difíceis, como os que estamos vivendo, aproximam as pessoas e as organizações. Na busca conjunta de soluções para todos, as parcerias se fortalecem e solidificam. Na solidariedade e no bom atendimento, bons profissionais sentem-se gratificados, e clientes sentem-se protegidos. É hora de avaliar se seus parceiros e fornecedores estão mantendo a segurança do seu condomínio em dia. Isso também faz parte dos cuidados com a saúde e com o bem-estar durante o isolamento social. Uma boa administração condominial jamais pode esquecer que a segurança é um fator essencial para garantir o conforto e a tranquilidade de moradores e funcionários.

LIMPEZA
Trabalho passa a ser minucioso em áreas que não tinham tanta atenção antes da pandemia. Enquanto não vencemos a guerra contra o novo coronavírus, a luta para evitar a contaminação deve ser a palavra de ordem por todos. São várias as frentes de batalhas e uma das principais é a limpeza do condomínio. As áreas comuns, por exemplo, reúnem alguns dos maiores pontos de contaminação, cuja limpeza merece atenção especial dos responsáveis pela gestão do condomínio.

Por outro lado, os moradores também têm papel fundamental através da adoção de hábitos que podem influenciar na saúde de todos. Conheça as ações de limpeza e organização do condomínio que podem ajudar a mitigar os efeitos da pandemia e a torná-lo um ambiente mais seguro para moradores, síndicos e funcionários.

Por mais que os moradores tenham consciência da necessidade de isolamento social contra a pandemia do coronavírus, há muitos ambientes que precisam ser compartilhados dentro de um condomínio. Por isso, a adoção de ações extras para a desinfecção das áreas comuns é fundamental. O síndico deve garantir boas práticas de limpeza do condomínio em todos os edifícios, com atenção prioritária para os principais pontos de contaminação.

As superfícies que mais são tocadas devem ter a frequência de limpeza otimizada: corrimãos, puxadores e botões dos elevadores, bebedouros, maçanetas, interruptores de luz e banheiros e alça de lixeiras, entre outros. Nesses locais, o ideal é disponibilizar álcool gel para que cada pessoa faça sua higienização pessoal, antes e depois de tocar nos acessórios.

Então as áreas de lazer:  playgrounds, brinquedos, bancos de jardim, pergolados, áreas gourmet e de churrasqueira, piscina, sauna, salão de festas e etc, devem ficar fechadas permanentemente ou até segunda ordem das autoridades do GDF ou da saúde.

O texto publicado pelo GDF destaca ainda que as medidas estão sendo tomadas considerando que a situação demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença no Distrito Federal.

A nova norma se assemelha aos primeiros decretos restritivos de março de 2020. Há indicações de reforço aos protocolos de segurança; permissão para serviços de delivery, drive-thru e take-out, sem abertura do estabelecimento para atendimento ao público em suas dependências; além da previsão de multas e punições penais e administrativas para quem desrespeitar as medidas.

Um destaque vai para a proibição da "venda de bebidas alcoólicas após às 20h, em todos os estabelecimentos comerciais autorizados a funcionar".

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