Massas nutritivas e recheios saudáveis podem tornar a experiência do consumo da pizza ainda melhor
Crédito: Adobe Stock 

Data serve de alerta em relação à mudança dos hábitos de alimentação e ao crescimento da obesidade e problemas de saúde

O Dia Nacional da Pizza foi comemorado dia 10 de julho em todo o Brasil. Com o mês prestes a terminar, você sabe o porquê da data? Criada na Itália, a pizza se popularizou no mundo todo e encontrou na cidade de São Paulo um local propício para se tornar um sucesso, dado o grande número de imigrantes italianos que fixou endereço na capital paulista. Foi por isso  que, em 1985, o secretário de Turismo do Estado, Caio Luiz de Carvalho, promoveu um concurso para eleger as dez melhores receitas das pizzas de muçarela e napolitana A adesão foi tão grande, que Carvalho sugeriu que o dia do encerramento do evento se tornasse a data nacional para homenagear a pizza. 

O Brasil é o segundo país do mundo no ranking global de consumo de pizzas, ficando atrás somente dos Estados Unidos. Por dia, mais de um milhão de pizzas são consumidas por aqui. Para se ter ideia do quão preferida ela é, os brasileiros vêm consumindo mais pizza e menos arroz e feijão. O apontamento foi feito pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), considerado o mais amplo levantamento sobre consumo e hábitos domésticos das famílias no Brasil. 

Segundo o estudo, tornado público em 2020, em dez anos, a frequência do consumo de pizzas e sanduíches entre os adultos passou de 10,5% para 17% na comparação com a pesquisa feita entre os anos 2017 e 2018. Já a repetição do consumo de arroz e feijão para a faixa etária de pessoas entre 19 e 59 anos, caiu, respectivamente, de 84,4% para 76,3% e de 73,3% para 60,6%. De modo geral, os dados mostram que o consumo de alimentos saudáveis, ou minimamente processados, vem caindo, enquanto a preferência pelos ultraprocessados, como biscoito recheado e salgadinho, por exemplo, vem subindo.

A condição chama atenção para outra característica do nosso país: o crescimento da obesidade. Em 2020, também foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elementos do segundo volume da Pesquisa Nacional de Saúde 2019. De acordo com o estudo, entre 2003 e 2019, a proporção de obesos na população brasileira com 20 anos de idade ou mais passou de 12,2% para 26,8% , ou seja, mais que dobrou. A obesidade feminina cresceu de 14,5% para 30,32%, e ficou acima da masculina, que aumentou de 9,6% para 22,8%. Entre as pessoas com excesso de peso na mesma faixa etária, os índices foram de 43,3% para 61,7%, no mesmo intervalo de tempo. Entre as mulheres, de 43,2% para 63,3%, e entre os homens, de 43,3% para 60%. 

Outra pesquisa, agora da Galunion, em parceria com o Instituto Qualibest, e que analisou o comportamento alimentar, mostrou que 93% das pessoas adotaram o  hábito de cozinhar em casa. No levantamento anterior, foram listados  os alimentos de maior preferência para preparação e consumo, e a pizza representou 73% da escolha entre os participantes. 

Pizzas saudáveis existem?

A versão tradicional da pizza normalmente tende a ser preparada com ingredientes de alto teor calórico e carboidratos refinados, além de recheios ricos em gorduras saturadas. Mas, se a receita for adaptada com ingredientes mais saudáveis e recheios nutritivos, é possível consumir o prato com maior frequência, dentro de um plano alimentar equilibrado, permitindo "comer sem culpa".

A engenheira de alimentos e gerente de pesquisa e desenvolvimento da Jasmine Alimentos, Melissa Carpi, explica que a elaboração de produtos cada vez mais saborosos vem sendo uma estratégia crescente da indústria de alimentos saudáveis no mundo. "Essa tendência global é a prova de que é possível consumir produtos mais saudáveis de forma prática, apenas substituindo a farinha de trigo refinada pela integral, com impacto super positivo à saúde”, diz. 

Aproveitando ingredientes e produtos da marca, a Jasmine elaborou três receitas de pizzas feitas à base de massas nutritivas e recheios saudáveis, pensando na biodisponibilidade de nutrientes e fitoativos, e na promoção do bem-estar físico e mental: 

Pizza Napolitana Low Carb

Ingredientes

  • 1 xícara (chá) de Farinha de Chia Jasmine
  • 1 xícara (chá) de Farinha de Linhaça marrom Jasmine
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 1 colher (sopa) de fermento químico
  • 2 ovos (podem ser substituídos por ovos veganos)
  • 1 xícara (chá) de água
  • Sal a gosto

Sugestão de recheio

  • Molho de Tomate Orgânico com Manjericão Jasmine
  • Queijo vegano ou queijo muçarela (de búfala é ainda mais saudável)
  • Tomate cereja
  • Folhas de manjericão fresco

Modo de preparo: bata os ovos, junte o azeite e, aos poucos, acrescente as farinhas. Adicione a água e misture bem até formar a massa. Coloque o fermento e mexa novamente. Tempere com sal e coloque em um prato untado com azeite. Deixe descansar por 20 minutos. Asse por aproximadamente 20 minutos. Cubra com o queijo e o tomate e termine de assar por mais 15 minutos. Decore com manjericão e sirva.

Benefícios: farinhas de chia e linhaça agregam alto valor nutritivo de gorduras monoinsaturadas, ômega-3 vegetal e fibras prebióticas à receita. Dessa forma, é possível reduzir o teor de carboidratos, como é comum na pizza tradicional. A sugestão de recheio é leve e ajuda a dar um sabor harmonioso na preparação, devido ao manjericão fresco.

Pizza Integral de Cogumelos

Ingredientes

  • 2 xícaras (chá) de Farinha Integral Jasmine
  • ½ xícara (chá) de Linchia (Linhaça + Chia) Jasmine
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
  • 1 colher (sopa) de fermento químico
  • 2 ovos
  • 1 xícara (chá) de água
  • Sal a gosto

Sugestão de recheio

  • Passata Orgânica Jasmine
  • Queijo muçarela
  • Cogumelo Shitake picado (pode ser substituído por Shimeji ou Porto Belo)
  • Folhas de rúcula

Modo de preparo: bata os ovos, junte o azeite e, aos poucos, acrescente a farinha integral e a linchia. Adicione a água e misture bem. Coloque o fermento e mexa. Tempere com sal e coloque em um prato untado com azeite. Deixe descansar por 20 minutos. Coloque no forno por aproximadamente 30 minutos para assar bem a massa integral. Cubra com o recheio e asse por mais 15 minutos. Decore com as folhas de rúcula e sirva.

Benefícios: a receita de pizza com farinha de trigo integral traz um sabor semelhante à pizza tradicional, contudo, apresenta maior teor de fibras solúveis, ajudando na absorção controlada do carboidrato da própria massa. O recheio de cogumelos fornece alto índice de vitaminas e minerais, tornando a preparação ainda mais saudável.

Pizza de Escarola Sem Glúten

Ingredientes

  • 2 xícaras (chá) de Aveia Flocos Finos Sem Glúten Jasmine
  • 1 colher (café) de sal
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 9 colheres (sopa) de água

Sugestão de recheio

  • Molho de tomate Orgânico Jasmine a gosto
  • Muçarela de búfala
  • Folhas de escarola
  • Palmito em tiras
  • Azeitonas cortadas

Modo de preparo: misture a aveia em flocos finos com os ingredientes e jogue aos poucos a água. Sove com a mão e deixe descansando por 10 minutos em um recipiente untado com azeite. Abra a massa em forma de pizza e leve para assar por 25 minutos. Coloque o recheio e asse por mais 15 minutos.

Benefícios: a aveia é uma fonte de fibras betaglucanas que possui propriedades significativas na modulação do intestino. Dessa forma, essa receita de pizza agrega alto teor nutricional no cardápio, além de ser uma versão inclusiva na rotina de pessoas com restrição ao glúten. O recheio proposto para essa massa ainda oferece mais fibras e um equilíbrio de vitaminas e minerais. 

 

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal há 30 anos, no Paraná. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014, a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa.

Mais informações: www.jasminealimentos.com 


 Especialista em gestão dá dicas e pequenos empresários contam quais são os principais desafios encontrados durante a migração para as vendas on-line

“Em alguns anos existirão dois tipos de empresas: as que fazem negócios pela internet e as que estão fora dos negócios.” A frase célebre de Bill Gates demonstra a grande necessidade dos empresários de se adaptarem ao meio digital. O agravamento da pandemia no País, resultando em uma nova onda de fechamento ou redução de circulação no comércio físico em diversos estados, trouxe ainda mais esse senso de urgência aos empreendedores, que se sentiram praticamente obrigados a renovar seu modelo de gestão para não terem que ver seus negócios fecharem as portas.

Segundo dados da Neotrust – considerado o “censo” do varejo on-line brasileiro –, só no primeiro trimestre de 2021 as vendas no e-commerce tiveram alta de 57,4% em comparação ao mesmo período de 2020. Foram realizadas 78,5 milhões de compras on-line só nos três primeiros meses deste ano. Essa quantidade de compras resultou em um faturamento de R$ 35,2 bilhões para o e-commerce entre Janeiro e Março de 2021 – aumento de 72,2% na comparação com 2020.

Carlos Eduardo Soares tem 40 anos e é CEO da Empresa Obabox – que está no ramo de atuação no varejo on-line há 17 anos. Ele comenta que a empresa cresceu 148% desde o início da pandemia, e as maiores dificuldades enfrentadas durante esse crescimento foram relacionadas à importação e adaptação de pessoal:

 Empresário Carlos durante o trabalho em home office

“Tivemos um crescimento rápido, e estruturar a empresa no cenário de pandemia foi bastante desafiador, já que, por exemplo, contratamos mais de 50 pessoas de maneira 100% remota. Nossos desafios também foram grandes em relação ao suprimento de produtos, devido à instabilidade que ocorreu com nossos fornecedores, sobretudo em itens de origem internacional. E houve ainda a adaptação de toda estrutura para essa nova realidade, além do esforço para manter a cultura da empresa com a chegada de tantos colaboradores novos e ainda trabalhando em home office.”

Maria Fernanda Bonome tem 38 anos, é sócia-proprietária e diretora de marketing da Empresa Defacile – que atua há sete anos no ramo de decoração, presente nos principais market places do mercado. Ela conta que as vendas aumentaram muito durante a pandemia porque as pessoas, que estão mais em casa, resolveram decorar os ambientes. Houve muita dificuldade para atender essa alta demanda, para ir em busca de contratação rápida e compras de maquinário:

Empresária Maria Fernanda acompanhando a produção dos papéis de parede na fábrica

“Por conta da pandemia, tivemos um crescimento ainda maior do mercado digital. As pessoas estão confiando e comprando cada vez mais. Desde o início, sempre tive a motivação para as vendas on-line, porque eu queria minha liberdade de poder trabalhar de qualquer lugar. E sempre achei que não tem como não estar nesse meio digital, afinal, é uma tendência que acontece no mundo todo. Mas é sempre um passo decisivo, que envolve grandes desafios. Eu mergulhei de cabeça e arrisquei. Fui trabalhando bastante e a empresa foi crescendo.”

Marcelo Germano é empresário, especialista em gestão empresarial e idealizador do método do EAG (Empresa Autogerenciável), ele também é responsável por orientar muitos empresários a saírem do caos causado pela pandemia e direcionar o Planejamento das empresas para o mercado digital:

       

Marcelo Germano durante transmissão de lives para centenas de empresários de todo o Brasil

“Eu sempre falo que a grande empresa é a pequena empresa que fez a coisa certa. E não adianta, estamos falando de uma tendência mundial. O comércio físico está cada vez mais perdendo terreno porque estamos diante de uma revolução do mercado digital. Quem está de fora, vai sofrer. E muitos já estão sofrendo para se adaptar ao varejo on-line. Mesmo quem é pequeno empresário já passou da hora de ir para o digital. E o mais importante: o investimento é acessível para os empreendedores que estão a fim de aprender e se adaptar. O mundo caminha para isso.”

Planejamento: como se preparar para a migração digital

Os pequenos empresários que ainda não migraram para o digital (ou estão em processo) já tomaram consciência de que o problema de estar de fora é real, e que é necessário um senso de urgência. Mas ainda que solução pareça estar bem à frente, é preciso muita estratégia para a adaptação e colocar em prática ações que vão fazer a diferença.

Para isso acontecer, é de grande importância buscar conhecimento em gestão empresarial, ferramentas aplicáveis, conteúdo prático para trabalhar indicadores, criar processos claros e métricas para acompanhar o progresso. Além de tudo, o time de funcionários precisa trabalhar bem, ter comprometimento. E nesse caminho todo vai ser preciso delegar, contratar um agência especializada em marketing digital ou um time interno de marketing, por exemplo, para conseguir uma empresa em que os processos de gestão estejam em pleno funcionamento.

O especialista em gestão empresarial e idealizador do método do EAG (Empresa Autogerenciável), Marcelo Germano, explica que da infraestrutura à logística, do controle do estoque à contabilidade, contar com ferramentas que melhorem os processos e aumentem a confiança nas transações é de extrema importância para as vendas on-line de sucesso. Mas que em primeiro lugar, deve vir o planejamento, para evitar os principais erros de execução, perda de dinheiro e do valioso tempo do empresário durante a migração digital:

“A organização precisa estar focada em metas. E, para isso, é preciso um plano de ação bem executado. E, para alcançá-lo, iniciativas-chaves são essenciais. Por exemplo: quanto mais focado no projeto de migração digital o empresário estiver, ele vai agir com mais eficácia e eficiência, obtendo maiores resultado. É preciso escolher quais projetos ele vai atacar – que estejam relacionados com a visão do negócio – e de quais ele vai abrir mão para direcionar melhor as ações.”

A empresária Maria Fernanda também conta que sempre foi necessário planejamento, para tudo, mas principalmente para saber onde a empresa quer chegar. E ir em busca de um método de gestão foi essencial:

“Se não sabemos qual caminho seguir, qualquer um serve, e não vamos saber para onde estamos indo. E, nesse cenário, um método de gestão ajuda muito. No começo a empresa ia ‘pelo sopro de Deus’, sem rumo, sem nada, apesar de termos um certo planejamento, não sabíamos onde queríamos chegar. Então, estruturamos nossas metas, visão, valores e uma cultura. Foi quando o Planejamento foi bem feito, e isso nos ajudou bastante. Foi um divisor de águas na nossa performance, fez muita diferença na nossa vida pessoal, profissional, de desempenho e nos resultados na empresa.”

Marcelo Germano explica que, nos 25 anos de jornada como empresário e orientando centenas de donos de empresas, ele descobriu o que chama de “miopia empresarial”:

“A miopia empresarial me mostrou que a maioria dos donos e donas de empresa estão jogando fora a própria vida fazendo um ‘trabalho burro’ dentro do negócio ao invés de ‘trabalhar duro’. Esses donos parecem não perceber que estão no papel completamente errado e, por isso, acabam se frustrando, acabam perdendo a paixão pelo negócio, e os que ainda têm forças vivem numa corrida de ratos de trabalhar 12, 14, 16 horas por dia por 10, 20 anos, mas a vida não muda e o negócio continua estagnado. São normalmente viciados em apagar incêndio, atolados no operacional e não lhes sobra espaço mental para olhar novas estratégias.”

Por isso, durante um período como o de pandemia, diante de uma situação externa que não é possível controlar, é necessário olhar para dentro da empresa e elencar o que realmente é importante para o negócio. Visto que as vendas digitais são tendência no mercado, ainda mais pelo cenário vivenciado, o empresário deve estruturar uma pirâmide de produtividade e acompanhar os resultados para executar essa migração. Assim como explica o idealizador do método do EAG (Empresa Autogerenciável):

“É de extrema importância saber estruturar a pirâmide, ao entender o caminho da liderança, fazer planejamento estratégico, visitar clientes, treinar o time de vendas, otimizar os processos, montar um processo comercial, montar o processo de marketing, fazer branding, networking, organizar reuniões mensais de resultados, avaliar desempenho dos colaboradores. Desde estruturar a logística, o departamento de finanças até como atrair o cliente para as vendas on-line, todos são processos essenciais para a migração digital.”

Tração – como atrair o cliente ideal para a venda on-line

Toda empresa precisa de clientes. A tração é o processo de como a empresa atrai a atenção dos potenciais clientes, como ela os converte em clientes e como faz para eles continuarem a comprar da empresa. E no mercado digital o princípio não é diferente, mas demanda uma especialidade no trabalho do marketing digital para atrair o cliente potencial para a compra do produto/serviço oferecido.

A empresária Maria Fernanda achava que no começo era só colocar no ar um site bem feito e funcionando corretamente, mas percebeu que não era apenas isso. Foi necessário sair da zona de conforto, mudar a rota e executar o planejamento de maneira correta para saber lidar com as dificuldades e imprevistos que poderiam aparecer:

“No primeiro mês em que colocamos site no ar, vendemos apenas dois itens de decoração. A partir disso, percebi mais profundamente que precisava de muita dedicação, estudo especializado em marketing digital, estratégia, conhecer o público, como alcançá-lo e saber as necessidades dele. E o legal do mercado digital, é que nas vendas on-line tudo é mensurável, conseguimos medir e saber melhor como nos planejar e onde queremos chegar. Superamos essa fase com muito planejamento e organização de processos, e nos reinventamos, inovando a cada necessidade.”

Antes de migrar para o mercado digital, é essencial que o empresário estude a base, a parte estratégica e entenda qual a jornada de compra do cliente, o que ele pensa, o que faz, em que horário costuma comprar. E a primeira alavanca das vendas é a atração dos clientes, gerar leads, pessoas interessadas no produto ou serviço. Eles são o público-alvo, a persona envolvida na compra, e só a partir do momento em que o dono da empresa tem a clareza de quem é o cliente ideal é que se torna possível trabalhar a comunicação diretamente para ele. É possível direcionar todos os esforços para atingir os resultados, e neste momento entra em cena a comunicação, onde o foco deve estar:

Quando o dono da empresa começa a desenvolver novas habilidade e entende que o marketing e o comercial trabalhando de forma alinhada, consegue vender muito mais sem entrar apenas na guerra de preços. Porque, afinal de contas, existem mecanismos de persuasão, de atração de clientes e de conversão de clientes no meio digital que ele pode usar a seu favor. Existem, por exemplo, habilidades do presente que muitos empresários acreditam que são habilidades do futuro: copywriter, editor de vídeo, gestor de tráfego, todas já são habilidades do presente. E têm que fazer parte da empresa, não podem estar fora, seja através de uma agência especializada ou através de um time interno competente: todos precisam estar alinhados aos objetivos da empresa, quem é o cliente ideal, e quais são os canais que vão ser utilizados para a venda digital”, diz o idealizador do método do EAG.

Quando o dono da empresa não sabe quem é o público ideal, não tem foco nele. Acaba trazendo inovações que são remendos na estratégia, que não visam atender o cliente, e sim necessidades momentâneas. É necessário relacionamento, conteúdo relevante e de qualidade, comunicação direcionada para o cliente ideal, assim como explica Marcelo Germano:

“Nos nossos treinamentos, eu sempre pergunto para os empresários: o que você quer que o seu cliente pense ou sinta toda vez que ele tem contato com a sua marca? Isso faz com que você direcione toda a atenção para a experiência do cliente, o que é fundamental.”

Revolução Digital – tendência mundial e a realidade do Brasil

Ainda é cedo para dizer quando o e-commerce vai vender mais que o comércio físico no Brasil. Mas podemos dizer que a digitalização é um processo irreversível, assim como tem acontecido em países como a China, os Estados Unidos e a França. Por isso, é importante que cada vez mais as empresas façam a migração e se profissionalizem. Como explica Marcelo Germano:

“Temos que tomar cuidado ao comparar, por exemplo, o mercado do Brasil com o da China – que possui todo o aparato em infraestrutura logística, grande população e a própria cultura do povo. Muitas coisas não se comparam com o Brasil, e a ideia não é mesmo essa. Muitas pessoas no nosso país não têm acesso à internet e, embora grande parte da população tenha perdido o medo das compras on-line, ainda existe um caminho a ser percorrido. Desde questões logísticas, fretes, meios de pagamento, atendimento ao consumidor e boa internet ao alcance de todos. Tudo isso tem que ser levado em consideração. Mas, ainda assim, precisamos analisar dados e citar novos comportamentos, para que os pequenos empresários do Brasil possam se adaptar a tempo. Olhar para esse setor com otimismo é inevitável. E, para finalizar, eu sempre digo que o dono da empresa é o comandante dela, não importa o que está acontecendo ao redor. E os empresários são os diamantes, os líderes do Brasil. São eles que vão fazer um País melhor e contribuir para a geração de empregos, mesmo diante do caos em que estamos vivendo.”

Histórias de superação na migração para o digital

Da sala de aula para o computador de casa

Ana Paula Petrosino tem 37 anos, é professora de língua inglesa, CEO da Embassy – escola de inglês para adultos, que atua no ramo de educação corporativa. Durante a pandemia, ela conta que havia ficado sem realizar vendas por dois meses seguidos, e isso gerou grande preocupação. Foi quando a adaptação de uma ideia pensando em vendas estratégicas surtiu grandes mudanças:

“Nós tínhamos desenvolvido uma plataforma de ensino de língua inglesa para ambiente corporativo para uma grande fábrica da cidade. A ideia que fez mudarmos os rumos do nosso negócio para o digital foi readaptarmos essa plataforma para ensinar inglês a adultos que trabalham, utilizando assuntos diversos, complementado para aulas on-line e ao vivo. Tudo pensado para o mercado nacional, e ainda podendo ser internacional, já que entrando no mercado digital não temos mais a barreira geográfica. Esse mercado até existia, mas não estávamos usando essa oportunidade, o que a pandemia veio deixar mais latente. Depois do lançamento, já vendemos e conquistamos cerca de dez alunos. Uma receita que existe hoje e vai fazer parte da nossa cesta de produtos.”

A CEO e professora Ana Paula lecionando as aulas on-line de inglês

Ana Paula conta que enxerga essa situação como uma tendência na área em que atua. Durante a pandemia, os novos alunos não vão mais à escola presencialmente, todos assinam contrato de maneira digital, as matrículas são on-line, as reunião estratégicas também. Não é mais necessário sair de casa:

“Nós percebemos que a virada de chave é ver o quanto vamos deixar a pandemia nos abalar. Dentro do que conseguirmos controlar, nós vamos agir – fizemos melhorias dos nossos processos, na entrega, na plataforma utilizada e na experimentação do usuário – e quanto ao que está fora do nosso controle, nós vamos nos adaptar. É realmente uma mudança de mentalidade. Muitas pessoas pensam que migrar para as vendas on-line é fácil, mas não, para fazer o marketing digital é preciso ter foco, humildade, testar inúmeras vezes, ter disponibilidade, dedicação grande, aprender, buscar novas formas para, assim, ser um grande player no mercado.”

Ana Paula fala da importância em buscar uma consultoria em gestão empresarial para realizar com sucesso a migração para o mercado digital:

“Ao buscarmos a nossa consultoria em gestão, percebemos que é necessário sempre estudar e não pensamos em desistir. Aprendemos com outras empresas e vimos o que poderíamos adaptar para o nosso negócio. Estudamos formas de lançar produtos digitais, como são entregues, vendidos, fizemos planejamento estratégico. É o ‘oceano azul’, ele existe para todos, e estamos atrás dele, trabalhando para termos cada vez mais penetração nesse mercado. Tivemos um pouco de medo e receio, mas consigo minimizar isso olhando o que outros estão fazendo, através de benchmarking, estudando os processos. Com a utilização da consultoria em gestão, com um modelo de empresa autogerenciável, enxergamos novos caminhos, através do acompanhamento com especialistas, pessoas que provocam mudanças, auxiliam a ver outras alternativas. Dessa forma temos uma segunda opinião, tomamos decisões com esses novos pensamentos. Durante todo o processo, você sabe que tem alguém ali para compartilhar e te instigando a pensar o que pode fazer dar certo. E ainda, ser der errado, qual o plano de ação para seguir, o que se pode fazer hoje para minimizar esse impacto, caso aconteça alguma coisa. Por fim, isso tudo vai nos dando propriedade maior sobre as ações e ficamos mais positivos de que vai dar certo também, como já tem dado.”

Quitanda de hortifruti no digital: aumento em 200% nas vendas

Bruna Cardoso tem 28 anos, é empresária do ramo de hortifruti, da Quitanda Divino, empresa familiar que existe desde 1986. Ela conta que antes da pandemia as vendas físicas representavam 100% e, após a implementação on-line esse número caiu para 60%, totalizando hoje 40% das vendas no mercado digital:

“Tivemos um aumento de 200% nas vendas no início da pandemia. Buscamos a inovação através do oferecimento dos produtos pelas redes sociais, criação do site da loja, contratação de novos colaboradores para funções que não tínhamos antes (como separadores de hortifruti para montar a sacola do cliente e atendentes on-line). No final, nossa maior dificuldade foi o crescimento repentino: ir em busca de compra de produtos, atender a alta demanda, atender clientes da loja e do delivery ao mesmo tempo, além de gerenciar a equipe em meio a todas essas mudanças.”

Empresária Bruna realizando a separação dos produtos para entrega delivery

Bruna explica quais foram os principais ganhos da migração das vendas também para o digital:

“A migração para o digital possibilitou ao cliente comprar produtos de hortifruti por unidade ou por quilo e já ter o valor na finalização da compra. Sem contar que buscamos sempre um atendimento diferenciado, já que o cliente precisa confiar na pessoa que vai separar a compra dele”

Em termos de gestão da empresa, Bruna comenta que mesmo operando há mais de 35 anos, não existia um planejamento com ações estratégicas para a gestão do negócio, e após a busca por uma consultoria especializada, fala como isso tem feito grande diferença:

“Foi essencial buscar uma consultoria em gestão empresarial para darmos conta de toda a reestruturação para o digital. A partir disso, foi possível que eu me despertasse como empresária. E hoje o planejamento faz total sentido em todas as áreas de atuação do nosso negócio.”

 

 INFORMAÇÕES – EAG (Empresa Autogerenciável)

 O método do EAG (Empresa Autogerenciável) foi idealizado por Marcelo Germano – especialista em gestão empresarial, empresário há 25 anos, dono de cinco empresas de diferentes segmentos e 164 funcionários diretos e indiretos - é exclusivo no mercado e tem como missão acabar com o caos nas empresas através de uma equipe autogerenciável. A partir da apresentação de ferramentas práticas de gestão, o objetivo é transformar os donos de pequenas e médias empresas para que eles conduzam organizações vencedoras. Os treinamentos são divulgados e conhecidos em todo o Brasil. Conteúdos gratuitos são gerados e disponibilizados em plataformas digitais e já ajudaram milhares de empresários do país a dar grandes saltos de performance.

Para mais informações sobre o EAG, acesse:

https://empresaautogerenciavel.com.br/

Canal do Youtube EAG:

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Créditos: Divulgação

 Com viagens restritas,  isolamento físico e escolas fechadas, crianças devem ficar mais tempo em casa; veja como estimular atividades que priorizam o desenvolvimento motor e o exercício corporal

A pandemia e o isolamento social afetaram radicalmente hábitos e comportamentos de crianças e adolescentes no que diz respeito aos estímulos motores que são fundamentais para o desenvolvimento de habilidades básicas do dia a dia. As escolas, em geral, são um meio de desenvolvimento importante para a formação da base motriz, e com a chegada das férias escolares, os pais se vêem novamente diante do desafio de manter os filhos em movimento.

De acordo com a assessora pedagógica do time de formação de professores do Sistema Positivo de Ensino e doutoranda em Fisiologia do exercício, Juliana Landolfi Maia, os problemas do sedentarismo podem ser atribuídos não apenas à falta de movimento, mas também à estimulação proporcionada pelas atividades substitutivas, como jogos e filmes em smartphones, tablets, videogame e televisão. "Pesquisas recentes apontam que crianças estão se movimentando cada vez menos e que o tempo em frente às telas pode ser um fator preocupante quando nos referimos à saúde", alerta Juliana. 

Para ajudar os pais neste período de férias a manter seus filhos longe das telas, a especialista separou algumas dicas de atividades que vão incentivar os pequenos  a movimentar o corpo.

Crianças de 2 a 3 anos

Montar circuitos de caixas de papelão em diferentes tamanhos e incentivar a criança a se deslocar pelo caminho. As caixas também podem ser usadas para cenários e encenações. Vale a pena utilizar materiais disponíveis em casa para estimular a criança a criar os próprios brinquedos. Outra sugestão para essa faixa etária é incluir brinquedos que simulam movimentos de pinças e blocos de encaixes. Para fortalecer o corpo, uma brincadeira interessante é "Morto-Vivo”, que consiste em agachar (morto) e ficar com o corpo ereto (vivo). Essa atividade promove o fortalecimento muscular e das articulações das pernas, além de ajudar na coordenação motora e equilíbrio. 

Crianças de 4 a 5 anos

Promover brincadeiras que envolvam dança e movimentos normalmente costuma ser muito bem aceito para essa faixa etária. Outras opções são jogos que envolvam personagens e um ambiente acolhedor com brinquedos e materiais disponíveis em casa. Uma alternativa que funciona bem é incentivá-los a criar seus próprios jogos e envolver a família toda na brincadeira. Vale brincar com papéis coloridos, tinta, bolas e colocar a imaginação para funcionar. 

Para quem tem mais espaço, boas sugestões são brincadeiras como pique-pega, esconde-esconde e cabo-de-guerra. Elas auxiliam, respectivamente, na movimentação dinâmica por conta do abaixar, pular e correr em várias direções, desenvolvendo também o condicionamento cardiorrespiratório e o fortalecimento da musculatura de braços e pernas, usando as articulações para gerar força. 

Crianças de 6 a 8 anos

Nessa idade, as crianças exploram muito o mundo da imaginação. Vale a pena sugerir jogos com desafios que ajudam a criar habilidades específicas e senso de competição, além de aproveitar ideias de jogos e passatempos populares, fazendo uma pesquisa com avós, tios e pessoas próximas sobre brincadeiras da infância. Esse resgate, além de muito divertido, pode trazer experiências inesquecíveis para toda a família. 

Crianças de 9 a 12

Para os maiores, vale a pena explorar a movimentação em atividades com bolas ao ar livre, ou então, preparar uma playlist e gravar sequências coreográficas para que as crianças acompanhem. Outras atividades que podem ser incentivadas são salto de corda, pular o elástico, queimada e carrinho de mão. O jogo de queimada desenvolve a força e agilidade, e o carrinho de mão estimula os músculos dos braços, a coordenação motora e o abdome.

A especialista reforça ainda que a alimentação e a qualidade do sono são aspectos que precisam ser observados. "Reduzir os alimentos processados e cuidar da higiene do sono das crianças, incentivando-as a ficarem sem as telas no período que antecede a hora de dormir, pode fazer a diferença e auxiliar nos mecanismos fisiológicos e de desenvolvimento dessa fase", acrescenta Juliana.

A partir de 12 anos

Em relação aos adolescentes, a preocupação é com os transtornos relacionados à ansiedade provocados pelo distanciamento social, incluindo distúrbios do sono. Nesse contexto de férias é comum que haja uma necessidade maior de convívio social, que muitas vezes é substituída pelos jogos online e uso de Redes Sociais. Os pais devem observar e orientar os filhos a fim de evitar a privação do sono, ocorrência comum quando os adolescentes  jogam on-line durante a madrugada, por exemplo. Isso pode interferir no desenvolvimento físico, cognitivo e emocional.

Com os devidos cuidados sanitários locais, a família deve optar por atividades ao ar livre. Para os adolescentes, o ideal é estimular a prática de esportes individuais como corridas de longa e curta distância, patinação, passeios de bike, caminhadas em trilhas, entre outros.


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Sobre o Sistema Positivo de Ensino

É o maior sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversos componentes, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltados à educação.


Prazos vantajosos para consultas, exames, cirurgias eletivas e partos valem para novos inscritos só até 31 de agosto


Atualmente, o GDF Saúde dispõe de uma rede credenciada composta por sete hospitais gerais, 12 hospitais especializados, quatro laboratórios e quase 2 mil clínicas.  Inclusive com os hospitais Sírio-Libanês e DF Star atendendo os beneficiários do GDF Saúde, plano de saúde dos servidores do Governo do Distrito Federal.

"Trata-se de dois hospitais de referência que passam a fazer parte do GDF Saúde. Os contratos estão assinados. No Sírio-Libanês, os beneficiários do GDF Saúde podem dispor de consultas nos ambulatórios da 613 Sul e do Lago Sul, além dos serviços de oncologia, radiologia e exames por imagem. No DF Star, também estão à disposição dos beneficiários atendimentos na área de oncologia, realizados pelo Instituto Brasiliense de Oncologia Clínica", informa Ney Ferraz.


Atenção, servidor público do Governo do Distrito Federal (GDF): os prazos de carências do GDF Saúde foram alterados por uma portaria. Até 31 de agosto, os novos inscritos no plano de saúde terão 60 dias para realizar consultas, exames, cirurgias eletivas e partos. Após essa data, os prazos aumentam, conforme explica a arte abaixo.


Com a portaria, o Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas-DF), responsável pelo GDF Saúde, pretende ampliar a adesão de novos beneficiários até o fim de agosto. O atrativo é justamente o prazo mais curto para os procedimentos médicos – que, a partir de setembro, aumentam em alguns casos.

Pesquisa de satisfação
Para identificar o grau de satisfação dos servidores em relação ao GDF Saúde, o Inas resolveu lançar uma pesquisa. Com ela será possível levantar sugestões e possíveis gargalos nos atendimentos oferecidos, além de coletar sugestões para melhorias.

A pesquisa foi lançada nesta segunda-feira (26). Segundo o presidente do Inas, Ney Ferraz Júnior, a iniciativa "faz parte dos esforços para entregar produtos e serviços com mais qualidade e rapidez".

A consulta, que também poderá ser feita por telefone, será enviada pelo e-mail cadastrado no momento da inscrição do servidor. São seis perguntas que podem ser respondidas em poucos minutos.

Perfil do plano
Atualmente, o GDF Saúde conta com 33 mil beneficiários. São doze hospitais gerais e dez hospitais especializados à disposição dos usuários, incluindo os novos credenciados – o Santa Marta (antigo Albert Sabin, na Asa Norte) e o Anna Nery (Taguatinga). Já o número de clínicas, consultórios e laboratórios é de 2,1 mil.

De dezembro de 2020 a junho deste ano, os beneficiários acumulam 1.105 internações hospitalares; de março a junho deste ano, 199 internações por covid-19, além de 2,1 mil exames RT-PCR feitos entre dezembro de 2020 e junho deste ano.


Bebês usam cerca de 100 mudas de fraldas por dia. Em dois meses terão alta e a mãe prepara-se para assumir uma tarefa que se prevê cansativa


Foto: Marcelo Oliveira.

Durante anos se transmitiu a ideia de que ser mãe era a melhor coisa do mundo. Ao longo dos anos essa ideia tem vindo a ser desmistificada e, embora não se negue que é a maior alegria da vida de uma pessoa, verdade também é que pode ser uma missão desgastante.

E se um filho dá trabalho, imagine o que será ter nove filhos... de uma só vez.

Halima Cisse deu à luz nove bebês gêmeos no dia 5 de maio na Ain Borja Clinic, no Marrocos. A mulher, natural do Mali, deu entrada num hospital local, mas acabou sendo transferida.

Halima, de 26 anos, perdeu tanto sangue durante o parto que esteve perto de morrer. Dois meses e meio depois, os bebês, que pesam entre 500 gramas e 1 quilo, continuam internados e a mulher está morando na clínica.

Em um mês, a mulher esgotou o estoque de leite materno e está tão exausta que atualmente passa o dia em seu quarto, visitando os filhos apenas durante meia hora por dia, para estabelecer contato materno com os bebês.

Em dois meses, as crianças deverão ter alta e irão viver com os pais e a irmã de dois anos e meio, num apartamento de apenas três quartos.

Halima Cisse só descobriu que esperava nove bebês momentos antes do parto, e só nessa altura - admite - é que começou a pensar como conseguiria gerir a situação.

Já o pai assume que ficou assustado quando soube da novidade, mas, sendo crente, acredita que se Deus os colocou nesta situação é porque acredita que serão capazes de cumprir a missão de educar as crianças. Adicionalmente, se diz abençoado pela quantidade de mensagens e apoio que tem recebido.

Halima detém agora o recorde do maior número de bebês dados à luz num só parto. E, apesar do feito, o Mirror refere que o casal não fechou a 'fábrica'.

Em uma comunicação enviada ao Ministério da Saúde, o deputado brasiliense cobrou o ministro Marcelo Quiroga pelas doses  que a União deve ao povo do Distrito Federal

Veja o ofício enviado por Júlio César:


Mesmo sendo provocados pelos deputados distritais, apenas o deputado federal Júlio César (Republicanos), resolveu entrar na briga, e cobrar o ministro da Saúde Marcelo Queiroga, para repor as 290 mil doses de vacinas contra covid que a pasta deve ao Distrito Federal.

Os outros sete deputados federais, os três senadores, além dos dois ministros (Flávia Arruda e Anderson Torres) continuam com cara de paisagem.

Também entraram no mesmo pacote, os integrantes das forças de segurança que reúnem PMDF, Corpo De Bombeiros, agentes penitenciários, Defesa Civil, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Polícia Federal.

Tudo certo se o MS enviasse o reforço de reposição das doses.

No entanto, deu o  calote e o DF ficou no rabo da fila entre os  entes federativos que mais avançaram na vacinação contra a covid.

A oposição ao governo Ibaneis fez festa ao invés de lutar por mais vacinas.

Para garantir a reposição das doses, que poderia avançar na vacinação em massa da população brasiliense, principalmente neste momento de registros da Variante Delta, que já contaminou 45 pessoas e matou três, o GDF foi obrigado a entrar  na justiça requerendo as 290 mil doses de vacinas.

Enquanto isso, a bancada política federal permanece quieta e em outro planeta, ignorando a situação da gravidade na saúde pública que afeta diretamente a população.

Alguns deles preferiram fazer a política da terra arrasada. Ou seja:  do quanto pior melhor.

Nesta terça-feira (27), o deputado distrital  Rodrigo Delmasso, recorreu à Procuradoria Geral da República (PGR), para sair em defesa da população.

O distrital também provocou os oito deputados e os três senadores para fazerem pressão junto ao MS no sentido de atender o DF urgentemente com mais vacinas.


No entanto, até agora, só o deputado federal Júlio César se movimentou nesta direção.

Os outros, continuam ignorando o bem da saúde pública da população, mesmo estando todos a 14 meses das próximas eleições.



Impacto da pandemia no mercado de trabalho possibilitou que empresas testem novos formatos de trabalho, que devem se manter no longo prazo




Com o avanço da vacinação e a redução de novos casos da COVID-19, uma nova discussão no mercado de trabalho vem à tona: a volta presencial das equipes aos escritórios. A crise sanitária que colocou profissionais de diversas áreas em home office, e que trouxe a curto prazo algumas vantagens, como a possibilidade de contratar pessoas de qualquer lugar e a flexibilidade, apresentou também alguns desafios, como falta de motivação, relações interpessoais, impacto na produtividade e na saúde mental e física. E dentro disto, uma solução encontrada pelas empresas foi a adoção do modelo híbrido, combinando dias de trabalho em casa (home office), com rodízio entre os funcionários presencialmente no ambiente do escritório.

Solução vista com bons olhos durante muito tempo, e que deve se manter em muitas empresas ao redor do mundo, mas que ainda divide opiniões entre organizações que, de um lado possuem funcionários que desejam voltar 100% presencial, enquanto outras, se adaptaram ao home office e pretendem continuar neste formato, ou adotando o sistema híbrido. Segundo pesquisa realizada pela consultoria KPMG, 33,8% das empresas preveem voltar ao trabalho presencial nos escritórios apenas em 2022, enquanto 66,2% já voltaram dentro do modelo híbrido ou esperam que isso ocorra ainda este ano. Fora do Brasil, a realidade que se desenha é outra, pois o que parecia ser um retorno ao velho normal — ou seja, à sede da empresa — ganhou ares de resistência, com alguns funcionários se recusando a encarar a antiga rotina ou até em alguns casos, há quem prefira a demissão. Este movimento é observado em diversos países e põe em xeque a nova rotina dos trabalhadores. Como nos Estados Unidos, onde segundo pesquisa realizada recentemente pela Morning Consult essa tendência se confirma entre os americanos: 87% dos entrevistados que adotaram o teletrabalho durante a pandemia desejam continuar no regime pelo menos uma vez por semana. Porém, alguns executivos, no entanto, não querem nem ouvir falar em propostas desse tipo e permanecem fiéis aos velhos modelos.

Para o Gerente de Recursos Humanos, Carlos Espósito, profissional que já passou por multinacionais como WarnerMidia e Latam Linhas Aéreas, e que segue acompanhando as tendências e comportamento do mercado internacional, no Brasil não existe uma urgência das empresas em retornar presencialmente nos próximos meses, mas o trabalho híbrido já é uma realidade e será algo extremamente natural e requisitado para qualquer organização. “Tenho conversado com empresários de diversos setores e venho percebendo que o plano pós pandemia com certeza será o trabalho híbrido. Além de ser muito favorável em vários escopos, temos que pensar que existe a questão do bem-estar do funcionário, custos, logística que são positivos para essas empresas. Acho muito difícil a volta 100% presencial, porque realmente este modelo de trabalho traz muitos benefícios”.

No início da pandemia a adesão ao home office fez com que uma parcela de empresários aprovasse e apostasse neste que seria o modelo ideal a seguir a longo prazo, mas a realidade no dia a dia foi outra. “Inicialmente para a grande maioria das empresas o trabalho em casa funcionou super bem, mas isso depende de diversas questões, entre elas a estrutura que a organização oferece ao funcionário, desde uma boa internet até equipamentos como cadeira ergométrica, interação com a equipe e um local na casa que sirva de escritório e que tenha privacidade. Sem isso, vimos muitos profissionais que não possuem uma condição financeira favorável com dificuldades de se adaptarem a essa realidade e como consequência o rendimento de trabalho caiu”, completa.

Dentro deste cenário, os coworkings chegaram como solução para ajudar as empresas a se adaptarem em meio à pandemia, por trazerem as ferramentas necessárias e planos customizados para a realidade de cada organização, além de ter flexibilidade para atender qualquer ajuste das empresas, aumentando ou reduzindo seus espaços conforme necessidade. “Ter o colaborador presente de 2 a 3 vezes por semana, foi o que transformou em realidade trabalho em formato hibrido, para que cada organização pudesse inserir à rotina a troca de ideias interpessoal e o networking que o home office não consegue proporcionar. A partir daí o aumento do rendimento tornou-se consequência”, afirma Patrícia Coelho, Diretora de operação e novos negócios do Club Coworking.

Segundo Patrícia, a percepção é de que ainda não há uma tendência para retorno 100% presencial e que home office exclusivo já não é mais realidade em parte do mercado, por isso, em um curto espaço de tempo, as empresas perceberam que coworking é a melhor solução para retomada do funcionário, seja em modelo híbrido, novos formatos e até mesmo um futuro presencial. “A maior parte das empresas fala em adotar o modelo híbrido e enxerga no coworking a flexibilidade ideal para fazer testes, entender a demanda dos funcionários e, se no futuro decidir voltar ao 100% presencial, poder ampliar seu espaço de forma prática”, completa.

Para equipe, as principais vantagens do trabalho híbrido está na redução do deslocamento diário, fazendo com que possa aproveitar o melhor dos mundos: a produtividade e networking do escritório, com aumento da qualidade de vida de poder estar em casa alguns dias da semana.

Sobre o Club Coworking
Fundado em 2018, o Club Coworking é uma empresa nacional de escritórios compartilhados que tem como grande diferencial o atendimento humanizado de seus clientes e um trabalho ativo de conexão e network entre as empresas ali alocadas. Com dois endereços em importantes polos de negócios na capital paulista (Avenida Paulista e Avenida Faria Lima), a empresa oferece serviços para uma rede de mais de 4.000 clientes que buscam dinamismo, eficiência e modernidade em seus ambientes profissionais.

Parte do Grupo Virtual Office, presente há mais de 25 anos no segmento, o Club Coworking traz no DNA a excelência em atendimento e ambiente familiar do grupo, além de estar atento às demandas do mercado e dos novos empresários, que vão de startups de tecnologia a empresas de investimento preocupadas em se estabelecer em pontos comerciais de destaque e ampliar networking.
A nova proposta de reforma no Imposto de Renda está gerando grande repercussão. Ainda pendente de aprovação legislativa, o projeto visa, dentre outros, a redução de custos, mais segurança, transparência jurídica e a manutenção de uma carga tributária global aplicada A três frentes: investimentos financeiros, pessoas físicas e jurídicas. Neste último, os benefícios podem ser grandes, contudo, será preciso analisar caso a caso

Por Angelo Ambrizzi



Os impostos suportados pelas pessoas jurídicas são altos. Em 2020, foi totalizada uma arrecadação de R$ 21.370 milhões, com crescimento real de 39,40%, segundo dados da Receita Federal. Como forma de reduzir e simplificar as cobranças, uma das medidas mais promissoras é a proposta de redução da alíquota do Imposto de Renda, de 15% para 10%. O processo de redução será faseado. A alíquota de 10% adicional para o excedente do lucro a R$ 20 mil, será mantida.

A mudança deve beneficiar os pequenos empreendedores, oportunizando tributar o lucro de forma menor. Consequentemente, o valor economizado pode gerar mais investimentos na operação em prol do crescimento de seu negócio.

Apesar de positiva, o ideal seria que a proposta apresentasse uma faixa de isenção de tributação para lucros de até R$ 20 mil, com a cobrança de alíquota de 15% para o lucro excedente. Dessa forma, seria possível impulsionar a economia do micro e pequeno empresário que, assim como a pessoa física, teria a isenção total até atingir o faturamento mínimo para a tributação.

Além disso, a dedução do lucro total da companhia também é um ponto importante a ser ressaltado. Muitas empresas costumam conceder bônus ou outras gratificações a seus funcionários nos resultados organizacionais que, ao serem deduzidas do lucro total, reduzem a tributação a ser incidida. Caso a proposta seja aprovada, tal ação não será mais permitida.

Em meio ao atual cenário econômico a mudança pode causar um forte desestímulo à formação de novos sócios ou em seu interesse de crescimento na organização, devido à clara centralização do poder e menor diluição das ações da empresa.

Outro ponto delicado na proposta será o impedimento da dedução dos juros sobre capital próprio. Da mesma forma em que há pagamento de juros sobre capital de terceiros, como uma instituição financeira, deve-se remunerar por meio de juros o capital do sócio que está disponível para a empresa. Estes juros, hoje, são dedutíveis da base de cálculo do Imposto de Renda, no entanto, a reforma pretende extinguir esta dedução.

Outro ponto que chama a atenção é que as duas atuais formas de apuração do Imposto de Renda (trimestral e anual) podem ser reduzidas para apenas a opção trimestral.

A proposta de uniformização permite que o contribuinte compense 100% do seu prejuízo de um trimestre nos próximos três, o que pode trazer um grande conforto para empresas com atividade sazonal e que não possuem um fluxo linear de faturamento.

De forma geral, a reforma do IR para pessoas jurídicas pretende trazer mais produtividade, competitividade e poder de investimento por meio de uma tributação mais justa, que favoreça principalmente as pequenas e médias empresas.

Uma teoria que, na prática, pode não ser tão benéfica em algumas das mudanças propostas. Cabe então aguardar o andamento do projeto de mudança junto ao legislativo.

Angelo Ambrizzi é advogado especialista em Direito Tributário pelo IBET, APET e FGV com Extensão em Finanças pela Saint Paul e em Turnaround pelo Insper e Líder da área tributária do Marcos Martins Advogados.

Sobre o Marcos Martins Advogados:

https://www.marcosmartins.adv.br/pt/

Fundado em 1983, o escritório Marcos Martins Advogados é altamente conceituado nas áreas de Direito Societário, Tributário, Trabalhista e Empresarial. Pautado em valores como o comprometimento, ética, integridade, transparência, responsabilidade e constante especialização e aperfeiçoamento de seus profissionais, o escritório se posiciona como um verdadeiro parceiro de seus clientes.


Em comemoração ao Dia do Quadrilheiro Junino, a Câmara de Valparaíso de Goiás realizou uma homenagem especial aos Quadrilheiros Juninos do município e região



A sessão realizada nesta quinta-feira, 15 de julho, solicitada e presidida pelo vereador Alceu Gomes, prestigiou os verdadeiros artesãos da cultura popular, as pessoas que representam e fomentam essa que é uma das mais belas e genuínas manifestações culturais do nordeste brasileiro, estimulando e introduzindo também as manifestações culturais na memória municipal.

Participaram do evento o senador Izalci Lucas (online), o prefeito Pábio Mossoró, o vereador Jorge Recife, a secretária de Educação Rudilene Nobre, o secretário de Cultura e Esporte Ricardo Viana, quadrilheiros e quadrilheiras.

Representando o movimento cultural, receberam certificados de Honra ao Mérito, título de virtude dado a pessoas ou organizações que atingiram o reconhecimento público das suas atividades,  as quadrilhas juninas Rasga o Fole (Valparaíso de Goiás); Os Banguelas (Valparaíso de Goiás); Se Bobiá a gente pimba (Samambaia); Elite do Cerrado (Valparaíso de Goiás); Sanfona Lascada; Trupica mais não cai (Valparaíso de Goiás); Quadrilha Pau Melado (Samambaia); Coisas da Roça (São Sebastião); Formiga da Roça; União Junina Brasiliense; Confederação das Quadrilhas Juninas de Brasília e Entorno; Liga Independente de Quadrilhas Juninas.

"Quando o Poder Público consegue nos enxergar é sinal que a gente pode continuar a trabalhar e esse trabalhar é cultural, mas, quem conhece o movimento junino, sabe que vai muito além do fazer cultura, é social, a exemplo do que o Tio Pedro fez aqui, e é isso que o movimento junino faz, transforma vidas e oferta oportunidades", destacou Claudeci Martins, presidente e marcador da Si Bobiá a gente Pimba.



Pedro Lacerda, mais conhecido como Tio Pedro, precursor do movimento junino em Valparaíso, falecido em 07 de março vítima da Covid-19, também foi homenageado com moção de pesar, certificado entregue à família.

Em sua fala, o prefeito Pábio Mossoró, reconhecendo a importância dos trabalhos realizados pelo senhor Pedro Lacerda à frente do Instituto Os Banguelas, ressaltou que o Executivo terá, igualmente, a oportunidade de homenageá-lo.  "Nós vamos ter a oportunidade de entregar algum instrumento público que vai levar o nome do Tio Pedro" e completou, "nós temos que ter dentro de nós esse pertencimento de reconhecer e valorizar os talentos da nossa cidade e isso que estamos fazendo aqui esta noite", finalizou.

O senador Izalci Lucas participou do evento por vídeo conferência e deixou sua mensagem aos quadrilheiros. "Quero parabenizar todos os Quadrilheiros Juninos que, com muita dificuldade conseguem manter esse movimento tão especial para nossa cultura. Salve os quadrilheiros juninos", pontuou o senador.

Texto: Juliana Gentila e Fotos: Cleben Lopes.


A Prefeitura de Goiânia divulgou o cronograma de sinalização viária desta semana. Até o próximo dia 31 de julho, 19 bairros serão atendidos. Ao todo, 57 pontos diferentes receberão nova sinalização, como o anel externo da Praça Cívica, no Centro

Foto: Marcelo Vieira.

Os trabalhos serão realizados no Finsocial, Jardim Goiás, Novo Horizonte, Setor Pedro Ludovico, Jardim América, Cidade Jardim, São Carlos, Setor Bela Vista, entre outros bairros.

O cronograma de trabalho está disponível no seguinte link: https://www.goiania.go.gov.br/smt/cronograma-de-sinalizacao/

Foi realizada nesta terça-feira (27), a cerimônia de homenagem ao presidente do Sindicato do Comércio de Vendedores Ambulantes do Distrito Federal (Sindvamb-DF), e conselheiro do Sesc-DF, Bartolomeu Gonçalves Martins. Por toda a sua atuação para a construção da unidade, o Sesc Ceilândia agora se chama Centro de Atividades Sesc Ceilândia Bartolomeu Gonçalves Martins. A solenidade ocorreu no salão de festas do local

Fotos: Sacha Bourdette.

O presidente do Sistema Sesc e Senac do Distrito Federal, Valdeci Cavalcante, não pôde estar presente, mas em vídeo reforçou que a homenagem ao conselheiro é mais que merecida por toda a sua trajetória em Brasília. "Bartolomeu, colaborou para a criação de instituições importantes como a Fecomércio-DF e os diversos sindicatos, além de participar dos conselhos do Sesc e do Senac. Ele também foi empregado do próprio Sesc. Deixo aqui os meus parabéns e me dirijo a todos pela bela condução da unidade de Ceilândia", afirmou.

O diretor regional do Sesc-DF, Moisés Brandão, destacou as contribuições de Bartolomeu. "Ele sempre está ouvindo as demandas do que a região de Ceilândia precisa. Esse reconhecimento vem de todo o trabalho que ele realizou para o desenvolvimento da cidade", disse.

O presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, em seu discurso falou da atuação do conselheiro. "Bartolomeu é muito presente e um presidente de sindicato atuante. Acredito que precisamos homenagear as pessoas em vida e principalmente quem presta serviço e luta há tantos anos. É uma homenagem merecida e digo que Bartolomeu é corpo, alma e coração", declarou.

Logo depois, foi feito o descerramento da placa de homenagem que será fixada na unidade de Ceilândia e o conselheiro do Sesc-DF, Bartolomeu Gonçalves Martins, recebeu uma réplica das mãos do diretor regional do Sesc-DF e do presidente da Fecomércio-DF. "Hoje, o Sesc Ceilândia é referência para a comunidade e em especial para o público comerciário, agradeço ao presidente Valdeci e estou muito honrado. Considerem aqui o nome de todos que atuam constantemente pelo desenvolvimento da unidade", disse emocionado, Bartolomeu Gonçalves Martins.

Estiverem presentes o presidente do Conselho Fiscal do Sesc, Valdir Pietrobon, o presidente da Associação Comercial do Distrito Federal, Fernando Brites, e a diretora da Associação Comercial do DF, Liana Agemovits, além de presidentes de sindicatos da base da Fecomércio-DF e conselheiros do Sesc e Senac no Distrito Federal. Atualmente, o Centro de Atividades Ceilândia é uma das maiores unidades do Sesc no Brasil, contribuindo significativamente para a prestação de serviços essenciais à população, como: educação, esporte, saúde, assistência, cultura e lazer. O local possui 50 mil metros quadrados.


Sobre o homenageado: Bartolomeu Gonçalves Martins, 70 anos, nasceu em Forquilha, no Ceará e chegou a Brasília em 1970. Em 2014, assumiu a presidência do Sindicato do Comércio de Vendedores Ambulantes do Distrito Federal, o Sindvamb-DF, sendo também membro do Conselho Regional do Sesc-DF, do Conselho Nacional do Sesc e vice-presidente da Fecomércio-DF. Contribuiu para a criação do Senac e Sesc Ceilândia, da Câmara Legislativa do Distrito Federal, do Tribunal Regional do Trabalho, do Memorial JK, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do DF, do BRB e, ainda, para a fundação de oito sindicatos que compõe a base da Fecomércio-DF.
Semana de Conscientização acontecerá anualmente com a realização de eventos, campanhas publicitárias e discussões para melhorar as condições sociais de pessoas em vulnerabilidade

Foto: Rogério Lopes.

O vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Delmasso (Republicanos), protocolou projeto que propõe a criação da Semana Distrital de Combate à Vulnerabilidade Social, com o intuito de dar visibilidade à luta da população em situação de rua.

Para o deputado, a criação da Semana "trata-se de medida necessária que, além de ser socialmente adequada, é também constitucional em todos os aspectos formal e material", disse.

A Semana de Conscientização acontecerá anualmente na semana em que cair o dia 19 de agosto. Serão realizados eventos, campanhas publicitárias, ações educativas, discussões e debates para que a sociedade se conscientize da importância em cuidar das pessoas em situação de rua.

Novas propostas legislativas também podem ser produzidas a partir das conclusões e discussões da Semana de Conscientização. Além disso, também pretende-se alcançar os demais órgãos públicos, do poder Executio e Judiciário, além das forças militares e civis, para que o poder público no geral seja mobilizado em favor desta população vulnerável.

"A importância da criação da Semana de Combate à vulnerabilidade social da População em Situação de Rua justifica-se pela necessidade de trazer este segmento social à centralidade da agenda de ações do poder público estadual", afirma Delmasso.


Esta é a segunda edição do programa criado pelo GDF


Foto: Jhonatan Vieira.

"Assim como nas outras edições, com o apoio dos nossos parceiros, estamos organizando tudo com carinho e atenção para que os noivos possam ter a cerimônia dos sonhos e um dia inesquecível", Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania.

A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) publicou nesta terça-feira (27), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Decreto nº 41.971, de 7 de abril de 2021, que torna públicos os critérios de seleção dos 40 casais que terão a oportunidade de dizer "sim" na segunda edição deste ano do programa Casamento Comunitário, marcado para 5 de setembro.

"Os preparativos para o Casamento Comunitário já estão a todo vapor", informa a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. "Assim como nas outras edições, com o apoio dos nossos parceiros, estamos organizando tudo com carinho e atenção para que os noivos possam ter a cerimônia dos sonhos e um dia inesquecível."

Pessoas interessadas poderão se inscrever no programa a partir desta quarta (28) | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus

As inscrições serão abertas nesta quarta-feira (28) e seguem até 4 de agosto. A relação dos candidatos selecionados será divulgada em 5 de agosto. Para participar, é preciso ser maior de 18 anos, comprovar a baixa renda e entregar de forma presencial os documentos exigidos na Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial (SAAN, Quadra 1, Lote C, 3º andar – Edifício Comércio Local).

Não serão aceitos documentos ilegíveis ou em mau estado. Além disso, se comprovada alguma irregularidade ou ilegalidade na documentação, a participação do candidato no processo seletivo será anulada.

Leia também

Ensaio geral para o Casamento Comunitário

Programa de governo

Instituído como programa de governo pelo GDF, o Casamento Comunitário segue sob a responsabilidade da Sejus, por meio da Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial (Subdhir), que seleciona os casais por meio de critérios socioeconômicos.

Entre os objetivos do programa estão a defesa do direito à convivência familiar, a garantia dos direitos civis da família e a consolidação desse núcleo social básico de acolhida, convívio, autonomia, sustentabilidade e protagonismo social. O Casamento Comunitário é composto por cinco fases: inscrição, seleção dos candidatos, preparação da documentação, participação nos encontros preparatórios e cerimônia.

Documentos necessários

• Comprovação de residência no Distrito Federal de cada indivíduo
• Comprovação de hipossuficiência
• Apresentação de toda a documentação descrita no edital
• Idade mínima de 18 anos até a data da publicação do edital
• Ausência de impedimento legal para casar-se, nos termos do artigo 1.521 do Código Civil
• Original da Carteira de Identidade (RG) ou da Carteira Nacional de Habilitação (CNH)
• Se solteiro, original da Certidão de Nascimento
• Se divorciado, Certidão de Casamento com averbação do divórcio, formal de partilha contendo a petição inicial, a sentença e o trânsito em julgado e cópia da Certidão de Nascimento ou documento em que conste os seguintes dados: nome do cartório de registro de nascimento, número do livro e folhas
• Se viúvo, Certidão de Casamento com a pessoa falecida, Certidão de Óbito da pessoa falecida, formal de partilha contendo a petição inicial, a sentença e o trânsito em julgado e cópia da certidão de nascimento. Caso a pessoa divorciada ou viúva não tenha promovido a partilha de bens, deverá casar-se pelo regime de separação legal de bens, de acordo com o Código Civil
• Original do Cadastro de Pessoa Física (CPF)
• Comprovante de residência original do último mês de referência no nome do noivo e da noiva, ou declaração de residência de próprio punho por cada indivíduo
• Declaração de hipossuficiência de renda
• Declaração de Veracidade dos documentos (registro digital)
• As testemunhas deverão apresentar cópia e original de RG, CPF, Certidão de Nascimento e comprovante de residência; se forem casados(as), acrescer a Certidão de Casamento; se forem divorciados(as) acrescer a Certidão de Casamento com averbação do divórcio. As testemunhas que se farão presentes no cartório não serão as mesmas do dia da cerimônia.

*Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
Período de férias pode aumentar o número de multas

Por Rafaela Nogueira.

Período de férias aumenta o fluxo de vôos e com isso, mais condutores transitam pelo aeroporto. É importante lembrar que o Detran DF autua infrações de trânsito por videomonitoramento em vias do aeroporto. Desde que este serviço começou na região, de 04/04/2021 até 26/07/2021, foram autuadas cerca de 5.300 infrações de trânsito.  

Pela legislação de trânsito vigente, as autuações por videomonitoramento só acontecem se o agente de trânsito autuar ao vivo, por isso o agente deve monitorar por vídeo para autuar no momento da infração. Esse serviço é realizado com base nas Resoluções do CONTRAN nº 471 e 532, nos termos do artigo 280, do Código de Trânsito Brasileiro.  

De dois a três agentes de trânsito trabalham numa sala da autarquia para monitorar 17 câmeras. Há expectativa de se ter mais câmeras no local e de se implantar em outros pontos do DF. Daniel Leite é um dos agentes e trabalha no setor desde a implementação do projeto. Segundo ele, toda a região do aeroporto está bem sinalizada sobre o aviso do videomonitoramento e quanto às sinalizações de trânsito, verticais e horizontais da via.  

As multas mais recorrentes são por estacionar:

em locais e horários proibidos especificamente pela sinalização (placa - Proibido Estacionar). 

 

Art. 181, XVIII, CTB 

infração média. 

 

ao lado de outro veículo em fila dupla. 

 

Art. 181, XI do CTB 

infração grave. 

onde houver sinalização horizontal delimitadora de ponto de embarque ou desembarque de passageiros de transporte coletivo ou, na inexistência desta sinalização, no intervalo compreendido entre dez metros antes e depois do marco do ponto. 

 

Art. 181, XIII do CTB 

infração: média 

em locais e horários de estacionamento e parada proibidos pela sinalização (placa - Proibido Parar e Estacionar). 

 

Art. 181, XIX do CTB 

infração: grave 

 

Para Daniel, é muito importante que as pessoas saibam diferenciar: parar e estacionar e é o passageiro quem deve esperar o condutor no ponto de embarque/ desembarque e não o contrário. A parada na área de embarque e desembarque é referente ao momento que o veículo está embarcando ou desembarcando passageiro. Se for de forma diferente, o condutor poderá ser multado se passar além do tempo para este fim, mesmo que o pisca-alerta esteja ligado, e/ ou o motor do veículo acionado, com o condutor dentro e porta-malas aberto. 

Daniel reforçou ainda, que o fato de o condutor esperar o passageiro na área de embarque e desembarque além do tempo deste ato, faz com que aconteçam congestionamentos no trânsito, muitas vezes atrapalhando e atrasando outros usuários para seus vôos. E os que estacionam em fila dupla, atrapalham a fluidez do trânsito.  

Seguem algumas dicas para os condutores ficarem atentos no local: 

Pode 

Não pode 

 

Retirar ou inserir bagagens no veículo nos pontos de embarque e desembarque.  

 

Aguardar no veículo estacionado a chegada do passageiro, ainda que motor funcionando e pisca-alerta ligado. 

 

Embarcar passageiro que já estava aguardando em local pré-determinado. 

Estacionar para fazer um telefonema. 

Despedir ou recepcionar com conversas ou afetos longos. 

Estacionar em fila dupla aguardando passageiro, ainda que não tenha vaga próximo ao meio fio. 

Deixar o veículo estacionado por qualquer motivo, por exemplo, para levar o passageiro até a área de embarque ou ir até a saída do desembarque para encontrar o passageiro. 

Estacionar na parada de ônibus até o passageiro chegar ou ligar. 


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