Novo modelo no mercado, Lotus prevê boas práticas sociais, de segurança, de sustentabilidade e de governança


Foto: Quatro Comunicação.

São apenas 4 anos no mercado, mas a Incorporadora Lotus, com sede em Brasília, já se destaca por oferecer um novo capítulo para a construção civil. Liderada por dois jovens, a empresa já lançou 8 empreendimentos, todos sem financiamento bancário para todas as fases, e se destaca pelo investimento em ESG.

A sigla, em inglês, significa “Environmental, Social and Corporate Governance”, e se refere às melhores práticas ambientais, sociais e de governança. Para mostrar que investe em práticas ESG, uma empresa precisa ter iniciativas para proteger os recursos naturais, reduzir a emissão de poluentes e impactar positivamente o meio ambiente ao mesmo tempo em que entrega benefícios para a sociedade.

A Lotus comprova essas práticas e trabalha diariamente para implementar condutas e padrões que alinhem lucro, qualidade de vida para todos e completa transparência nos negócios. Para a empresa, é possível construir e vender imóveis em um ambiente mais global e social, ético, íntegro e ambientalmente sustentável.

Certificações e reconhecimento

À frente da Lotus estão os irmãos Luiz Felipe Hernandez, de 30 anos, e Ruy Hernandez, de 31 anos. Reconhecida pelo pilar da sustentabilidade em todos os processos, a Lotus é uma empresa com Certificado de Registro no Sistema de Gestão da Qualidade – PBQP-H nível A -, o que a credencia como uma empresa que possui gestão completa do controle de qualidade das suas obras, atendendo a todos os requisitos do SiAC – Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras de Construção Civil.

Alguns empreendimentos da Lotus possuem ainda a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) - Liderança em Energia e Design Ambiental –, maior conquista possível em selo de certificação emitido pela principal empresa mundial, chamada USGBC, porque seus projetos e empreendimentos consideram e validam a redução do impacto ambiental da construção; e o selo Procel nível A, que comprova a eficiência energética dos diversos projetos e empreendimentos da empresa. O público da Lotus se destaca entre os clientes que buscam imóveis autorais, sustentáveis, com qualidade construtiva e tecnologia de ponta e exclusivos.

As certificações são selos reconhecidos nacional e internacionalmente (no caso da LEED) que apontam que as construções realmente primam pela sustentabilidade e têm comprovada economia de energia e recursos, além de não agredir o meio ambiente.

Entre as categorias avaliadas, por exemplo, estão localização e transporte, lotes sustentáveis, eficiência da água, energia e atmosfera, materiais e recurso, inovação e prioridades regionais e qualidade interna dos ambientes.

“Nós, desde o início, nos propusemos a criar uma empresa que tivesse a cara do que devem ser os novos negócios: modernos, rentáveis, mas sem ferir o planeta. A Lotus foi criada e os empreendimentos são pensados sob novas formas de viver e de interagir com o meio ambiente porque acreditamos que o futuro já é agora!”, explica Luiz Felipe Hernandez.

Investimento em ESG gera rentabilidade

Quando começaram a empresa, em 2018, os irmãos já acumulavam experiência de 10 anos no mercado imobiliário, na administração da carteira de imóveis da família. Desde então, a Lotus alcançou VGV (Valor Geral de Vendas) acumulado de R$ 4,7 bilhões e gerou 1.600 empregos diretos e indiretos.

Todas as atividades da Lotus, que atua nas frentes de construção, incorporação, gestão e vendas de imóveis, são geridas sem financiamento em instituições bancárias, ou seja, todos os empreendimentos somente são viabilizados com recursos próprios. Entre os empreendimentos entregues, em construção e com aprovação para início nos próximos 6 meses o grupo acumula um total de 410 mil metros quadrados entregues e com breve lançamento.

Este ano, além da capital federal os empresários entregarão também a primeira obra fora do Brasil, o Up East, em Miami, nos Estados Unidos. O empreendimento foi lançado em 2019 e tem VGV de U$ 9 milhões, aproximadamente R$ 49,5 milhões.

“Nós enxergamos a construção civil com outros olhos. E nossa proposta é provar que é possível fazer - e muito - sem agredir e com uma rentabilidade alta”, completa Ruy Hernandez. Para os irmãos, parte do sucesso da empresa em poucos anos no mercado é a gestão horizontal dos processos e participação dos colaboradores em todos os pilares – eles estão na linha de frente das obras e também das vendas, motivando a equipe e dividindo as responsabilidades. “Toda conquista da Lotus é em equipe. Nossa coragem e nossos sonhos são compartilhados com a equipe e sentimos que eles abraçaram a causa por completo”, completa Hernandez.
Compartilhar:

Paulo Melo

Comente:

0 comentários

Boazinhas