Defensor público e candidato a deputado distrital falou sobre trajetória pessoal, serviço público, saúde, educação, concursos, transparência, empreendedorismo, infraestrutura e participação popular em entrevista a Fran Mendonça

O defensor público Kleber Melo, candidato a deputado distrital, participou do Viva Brasília Podcast, apresentado por Fran Mendonça, para falar sobre sua trajetória pessoal e profissional, a experiência acumulada no serviço público e as propostas que pretende defender para o Distrito Federal.
Durante a entrevista, Kleber contou que nasceu em Brasília, é filho de paraibanos e construiu sua vida na capital federal. Ao falar sobre suas origens, destacou a influência da família e afirmou que valores como honestidade, palavra e responsabilidade foram referências importantes em sua formação.
O candidato também relatou que estudou em escolas públicas e particulares ao longo da infância e da juventude, de acordo com as condições financeiras da família, e que decidiu ingressar no serviço público para conseguir pagar a faculdade de Direito. “Eu estudei para poder pagar a faculdade e tive essa honra de poder pagar meus estudos, terminar o curso de Direito e depois, ao final, depois de um ano e meio me tornar defensor público federal.”
Kleber contou que começou sua trajetória profissional na Agência Nacional do Petróleo e lembrou o esforço que fez para conquistar aprovação em concurso público. “Eu comecei na ANP para poder pagar a faculdade. Eu fui técnico administrativo da Agência Nacional do Petróleo. Eu passei em terceiro lugar nesse concurso depois de não ser aprovado em vários.”
Ao recordar o período de preparação, ele relatou uma situação que marcou sua trajetória. “Numa dessas viagens eu decidi passar o Natal e Ano-Novo sozinho estudando. Estudando e passei.”
Segundo Kleber, essa experiência fez com que ele conhecesse de perto a realidade dos concurseiros e reforçasse a defesa da valorização do serviço público. “Brasília precisa de alguém que defenda essa pauta, a pauta da valorização do serviço público.”
Para ele, o serviço público tem importância estratégica para o Distrito Federal e precisa ser fortalecido. “O serviço público merece atenção, merece a sua dignidade remuneratória e merece a realização, obviamente, de concursos, porque faltam pessoas qualificadas no mercado de trabalho e serviço público para melhorar a qualidade do serviço público.”
Durante a entrevista, Kleber também afirmou que considera o funcionalismo público um dos motores da economia brasiliense. “O serviço público é o motor de Brasília.”

Da liderança estudantil à política
Ao falar sobre o início da vida pública, Kleber afirmou que a liderança começou ainda na faculdade, quando se envolveu em pautas estudantis. “Liderança é uma coisa que você não impõe, você constrói a partir daquilo que você vem defendendo.”
Ele contou que lutava por redução de mensalidades, melhores condições da biblioteca e outras demandas dos estudantes. Segundo o candidato, esse envolvimento o levou a ocupar funções de representação. “Fui presidente do conselho de representantes, fui representante de turma, depois presidente do conselho de representantes, fui presidente do diretório acadêmico, depois vice-presidente do diretório central dos estudantes.”
Kleber disse que, ao longo do tempo, passou a perceber uma ligação entre sua atuação de defesa das pessoas e a atividade política. “Quando você gosta de pessoas, quando você tem empatia com as pessoas, quando você atende as pessoas, que eu faço isso no meu dia a dia, o meu dia a dia é voltado a defender pessoas.”
Segundo ele, o contato constante com pessoas que enfrentam dificuldades de acesso aos serviços públicos fez com que passasse a enxergar a política como caminho para enfrentar problemas estruturais. “Onde está a falha? Como resolver esse problema que está fazendo com que as pessoas sofram, que está fazendo com que as pessoas não tenham acessibilidade, não tenham acesso? Só existe um jeito, a política. E se a política é porta de entrada e a gente tem vocação para tal, a gente tem que se colocar à disposição.”
O candidato também afirmou que pretende colocar os interesses da população do Distrito Federal acima de disputas entre governo e oposição. “A gente precisa de um parlamentar que não seja um parlamentar oposição ao governo, mas que coloque sempre a pauta e a defesa de Brasília e da população de Brasília em primeiro lugar.”

Saúde pública entre as prioridades
A saúde pública ocupou parte importante da entrevista. Kleber afirmou que considera necessário promover uma reestruturação do setor. “O resgate da saúde pública é uma pauta.”
Segundo ele, o problema não seria apenas falta de recursos. “Brasília tem dinheiro, o que falta é gestão.”
Kleber disse que pretende colocar a saúde entre as prioridades de um eventual mandato e afirmou que uma das primeiras iniciativas seria propor uma investigação parlamentar. “A primeira coisa que eu faria, o primeiro pedido, seria uma comissão parlamentar de inquérito para resgatar os problemas da saúde pública.”
Ele afirmou que essa iniciativa teria o objetivo de identificar falhas e, ao mesmo tempo, apontar soluções para os problemas de atendimento. “A saúde pública precisa de solução e essa solução vai vir do parlamento.”
Durante a conversa, Kleber citou possibilidades como ampliação do número de profissionais, realização de concursos públicos, utilização de telemedicina e convênios com hospitais privados.
O candidato também criticou a demora enfrentada por pacientes no sistema público e afirmou que a falta de planejamento gera consequências para a população.
Para ele, a política pública deveria atuar com mais prevenção. “O dinheiro público precisa de eficiência.”
Kleber defendeu que o Estado invista mais em prevenção na saúde e relacionou o tema a outras áreas. “Não adianta a gente não ter o devido planejamento do recurso público e ficar simplesmente apagando incêndios.”
Ele mencionou a importância da educação física, do esporte, da cultura e de ações preventivas como parte de uma rede integrada. “O esporte tem que ser a nossa pauta também.”
“A cultura resgata vidas.”
E completou: “Se você tiver uma valorização do esporte, da cultura, ou seja, fazer uma rede integrada em tudo isso, essa rede integrada vai solucionar os problemas e vai trazer dignidade ao povo.”
Educação como instrumento de transformação
Kleber também destacou a educação entre as prioridades apresentadas no programa. Segundo ele, a experiência como professor influencia diretamente a visão sobre o tema. “Eu, por ser professor há 16 anos, olho a pauta da educação como uma pauta de resgate de vidas.”
O candidato resumiu sua visão afirmando: “É a educação que salva, é a educação que faz com que as pessoas se resgatem e voltem para o nosso seio social.”
Durante a entrevista, ele falou ainda sobre a necessidade de atenção às pessoas com transtorno do espectro autista e de fortalecimento da educação especial. “As pessoas que sofrem transtorno do espectro autista precisam de um centro integrado, precisam de uma educação de ensino especial que trate dessas pessoas.”
Para Kleber, educação, saúde, esporte, cultura e assistência precisam funcionar de maneira articulada.
Terceira idade e inclusão tecnológica
Outro tema abordado por Fran Mendonça foi a situação da população idosa, principalmente diante das dificuldades de acesso às novas tecnologias.
Kleber afirmou que o poder público precisa incluir pessoas que muitas vezes acabam ficando fora das políticas públicas. “A gente tem que incluir aquele que é invisível para o Estado.”
Ele relacionou a questão à terceira idade e falou sobre as dificuldades enfrentadas por idosos em serviços digitais e órgãos públicos. “Você pega a pauta da terceira idade, ela é uma pauta das pessoas que são invisíveis para o Estado.”
Segundo o candidato, parte dessa população enfrenta obstáculos no uso de tecnologia e também situações de atendimento inadequado. “São pessoas que sofrem dificuldade de acessibilidade tecnológica, que sofrem dificuldade de respeito nos órgãos públicos.”
Kleber afirmou que as políticas públicas precisam atender tanto os jovens quanto aqueles que já contribuíram durante décadas para a sociedade. “Obviamente, a gente tem que pensar no jovem que está entrando no mercado de trabalho, mas também lembrar da terceira idade que segurou o piano durante tantos e tantos anos.”
Brasília vai além do Plano Piloto
Durante a entrevista, Kleber defendeu maior atenção às regiões administrativas e comunidades afastadas da área central de Brasília. “Brasília vai muito além do Plano Piloto.”
O candidato afirmou que existem localidades que, na avaliação dele, ainda sofrem com falta de infraestrutura adequada. “Há várias comunidades em Brasília que são simplesmente abandonadas, que não têm o mínimo de infraestrutura adequada para atender a sua própria população.”
Ao longo da conversa, mencionou regiões como Vila Cauhy, Vila Basevi, Vila Planalto, áreas de Planaltina, Samambaia e Águas Quentes.
Segundo Kleber, problemas de saneamento, saúde, educação, mobilidade e infraestrutura precisam receber mais atenção do poder público.
Ele também criticou o que chamou de aproximação eleitoral pontual de políticos com determinadas comunidades, afirmando que a presença deveria ocorrer de forma permanente.
Transparência e fiscalização de recursos
A utilização de emendas parlamentares também entrou na pauta da entrevista. Kleber afirmou que defende maior transparência e controle sobre esses recursos. “As emendas parlamentares não só têm que ter o máximo de transparência, como têm que ter o máximo de controle.”
Segundo ele, o dinheiro destinado a uma determinada área deve ser aplicado integralmente na finalidade prevista. “Se você investe no esporte, que vá integralmente para o esporte. Se você investe numa cultura, que vá integralmente para a cultura.”
Kleber defendeu que todos os recursos públicos tenham mecanismos claros de fiscalização. “A transparência absoluta deve acontecer em relação a todas as emendas de todos os deputados. Não só isso, todo recurso público.”
O candidato também afirmou que fiscalizar deve estar entre as funções centrais de um deputado distrital. “Esse é o papel primordial de um deputado, é fiscalizar para onde está indo o dinheiro.”
E completou: “Se a gente souber para onde está indo o dinheiro, aí a gente fiscaliza adequadamente e, ao fiscalizar adequadamente, a população recebe na ponta o seu serviço adequado.”
Gabinete de portas abertas
Outro compromisso apresentado por Kleber durante o podcast foi o de manter proximidade com a população.
Questionado sobre como o cidadão poderia acompanhar um eventual mandato e cobrar resultados, ele respondeu: “Bater na porta do seu gabinete. Bater na porta porque a porta vai estar aberta.”
O candidato relacionou essa proposta à rotina que afirma manter na Defensoria Pública. “Eu sou defensor público há 16 anos e na minha porta a gente coloca uma pedra exatamente para a porta não fechar.”
Segundo Kleber, o gabinete parlamentar precisa ser um espaço acessível. “Assim deve ser um gabinete de um deputado: com a porta aberta, que a pessoa entre livremente, que a pessoa saiba que ali é o seu espaço.”
Ele afirmou ainda que pretende manter contato direto com a população. “Ela quer falar com o deputado, é com o deputado que ela vai falar.”
Kleber resumiu sua proposta de proximidade com uma frase: “A minha distância para qualquer pessoa, para cada eleitor, é de apenas uma mensagem.”
Prestação de contas
Durante a conversa, o candidato também falou sobre a responsabilidade de prestar contas das ações de um eventual mandato. “Eu creio que o mandato de um deputado não é mais dele, é mandato da população.”
Na avaliação de Kleber, o eleitor tem direito de acompanhar a atuação do parlamentar. “Se a população é a dona daquele mandato, ela tem direito e o deputado tem o dever de mostrar a transparência em tudo que ele está fazendo.”
Segundo ele, decisões, projetos, votações e utilização de recursos precisam ser divulgados. “O deputado tem que ter o máximo de transparência e tudo que ele fizer ele tem que divulgar.”
Diálogo na Câmara Legislativa
Questionado sobre como reagiria a propostas apresentadas por grupos políticos diferentes, Kleber afirmou que pretende evitar uma lógica de confronto permanente. “Eu não terei adversários na Câmara Legislativa, eu terei colegas que eu vou passar o dia inteiro tentando convencê-los que a gente precisa fazer o bem para a população.”
Ele afirmou que pretende conversar com os demais deputados independentemente das áreas de atuação de cada um. “Eu serei o deputado do diálogo. Se somos 24, eu terei diálogo todos os dias com 23 deputados, com cada um.”
Durante a entrevista, o candidato citou como exemplo a possibilidade de construir propostas com parlamentares ligados às pautas dos animais, agronegócio, empresários, igrejas e outras áreas. “Eu vou ver cada deputado conforme sua pauta.”
Kleber reforçou: “Eu não terei adversários na Câmara Legislativa, eu terei colegas que eu farei questão de, dia a dia, trabalhar por propostas para Brasília.”
Empresários, impostos e burocracia
A situação dos empresários do Distrito Federal também foi abordada.
Kleber disse que pretende defender redução de impostos e diminuição da burocracia. “Aquele que é empresário, que precisa pagar menos impostos, vai ter em mim a defesa da redução dos impostos, sem dúvida, e menos burocracia.”
Segundo ele, o excesso de obrigações administrativas prejudica quem empreende. “Não adianta ser empresário, mas com esse tanto de burocracia que o Estado coloca para cada empresário, com tantos e tantos documentos.”
O candidato afirmou que, muitas vezes, o empresário acaba dedicando mais tempo ao cumprimento de exigências burocráticas do que ao desenvolvimento do próprio negócio. “Ele faz com que o empresário se preocupe mais em cumprir a burocracia do Estado do que em fazer do seu negócio um negócio lucrativo, de fazer do seu negócio um negócio que venda, que cresça.”
Kleber também disse que não vê incompatibilidade entre valorização do serviço público e fortalecimento do setor privado. “Brasília não pode ficar dependente apenas do serviço público, que a gente vai valorizar e vai defender, mas depende também dessa ação conjunta integrada do fortalecimento do respeito ao empresário.”
Corrupção e problemas do Distrito Federal
Perguntado sobre qual considera o maior problema do Distrito Federal, Kleber respondeu de forma direta. “A gente tem uma série de problemas. O maior problema hoje é a corrupção.”
Na sequência, ele relacionou o tema a outras áreas. “O problema hoje que Brasília mais ataca é a saúde pública.”
Também citou a transparência. “Brasília sofre pela falta de transparência.”
Durante esse trecho da entrevista, Kleber fez críticas a instituições e à gestão pública, apresentando sua própria avaliação sobre esses temas.
Privilégios parlamentares
Fran Mendonça também perguntou se o candidato estaria disposto a abrir mão de benefícios e privilégios parlamentares.
Kleber respondeu: “Eu não tenho interesse em nenhum privilégio, nem benefício parlamentar.”
Segundo ele, quem ocupa um cargo público deve estar focado no atendimento à população. “A pessoa que ocupa um cargo desse e está preocupada em ter motorista, ter essas coisas, está no lugar errado. A pessoa tem que estar ali para servir.”
O candidato afirmou ainda: “A posição de parlamentar é de servidor da população e não de alguém para ter privilégios ou benefícios.”
E concluiu: “Eu faço questão de abrir mão de tudo isso.”
Independência, coragem e honestidade
Questionado sobre qual compromisso não estaria disposto a negociar, Kleber apontou três princípios. “Independência, coragem e principalmente honestidade.”
Ele completou: “A gente não pode negociar nunca a nossa honestidade.”
Segundo o candidato: “A gente está lá pronto para fazer um mandato independente, corajoso e honesto.”
Bate-bola
Na parte final do Viva Brasília Podcast, Fran Mendonça fez uma sequência de perguntas rápidas.
Quando ouviu “Brasília em uma palavra”, Kleber respondeu: “Brasília é o lugar que eu mais amo.”
Sobre política: “Política é a arte de estar junto e de fazer o bem.”
Sobre serviço público: “Serviço público tem que ser com dignidade e com respeito.”
Perguntado sobre uma qualidade indispensável para um deputado, respondeu: “Honestidade.”
Entre saúde e educação, afirmou: “Saúde, depois educação. Os dois são importantes. É igual relevância. Os dois são importantíssimos.”
Ao lembrar uma região do Distrito Federal que marcou sua vida, citou o Núcleo Rural do Torto. “Eu morava no Núcleo Rural do Torto.”
Kleber recordou a infância na região. “Ali é uma região que me marcou porque é onde eu vi as galinhas, meu pai tinha os cachorros. Eu ficava correndo, jogava bola, tomava banho de córrego.”
Perguntado sobre lugares de Brasília de que gosta, citou o Jardim Botânico e o Pontão do Lago. “O Jardim Botânico é maravilhoso, o próprio Pontão do Lago é maravilhoso também. Brasília é fantástica.”
Na escolha entre gabinete ou rua, respondeu: “Rua.”
E explicou: “É na rua que você sente o calor humano. É na rua que você vê o problema real das pessoas. É nas ruas que você vê o buraco. É nas ruas que você vê a solução.”
Sobre experiência ou renovação, disse: “Ambos são importantes. É importante ter experiência e é importante também renovar.”
Kleber afirmou que considera a alternância de poder essencial para a democracia. “A política é a arte de você ter alternância de poder. Na democracia você tem que ter alternância de poder.”
Ao escolher entre falar e ouvir, respondeu: “Eu prefiro ouvir.”
E explicou: “Quando eu escuto, eu presto atenção nos detalhes e eu gosto de aprender.”
Perguntado sobre o que mais o irrita na política: “A falsidade.”
Sobre o que lhe dá esperança: “O jovem. O jovem que olha para a política e fala: ‘Vou mudar a política’. Esse me traz esperança.”
Promessas e responsabilidade
Na reta final, Fran Mendonça perguntou qual promessa Kleber jamais faria ao eleitor.
Ele respondeu: “Eu jamais prometeria qualquer tipo de algo que eu não pudesse cumprir.”
E acrescentou: “Se eu puder cumprir, eu vou prometer. Se eu não puder cumprir, eu vou falar. Você tem que ser sempre transparente.”
Ao completar a frase “Brasília merece”, respondeu: “Respeito, dignidade, merece melhorar.”
Mensagem ao eleitor
No encerramento, Kleber foi convidado a apresentar sua candidatura diretamente às pessoas que ainda não haviam decidido o voto.
O candidato relembrou sua trajetória de atuação em diferentes áreas. “Durante toda a minha vida, tive oportunidade de lutar em defesa dos estudantes, de lutar por redução das passagens de ônibus, de lutar pelos catadores de materiais recicláveis, de lutar nos assentamentos e fazer o trabalho de atender tantas e tantas pessoas que tinham problema na moradia, de lutar por regularização fundiária.”
Kleber também destacou saúde, educação e participação popular. “Um deputado pronto e preparado para ouvir a população antes de decidir qualquer coisa, de fazer as audiências públicas necessárias para ouvir o corpo técnico, para ouvir a população interessada, para ouvir o governo, para ouvir todos.”
Segundo ele, decisões políticas precisam ser construídas após ouvir os diferentes setores envolvidos. “E aí, sim, tomar uma decisão que seja de fato coerente, racional.”
Ao finalizar sua participação, afirmou: “Eu me coloco à disposição e pronto para fazer o melhor por Brasília.”
Kleber também falou sobre a campanha e disse contar com participação voluntária de apoiadores. “A minha campanha é muito voltada no voluntariado. As pessoas são voluntárias à minha campanha, me ajudam porque querem, porque querem uma Brasília melhor.”
No encerramento do programa, voltou a destacar a proposta de manter contato direto com a população. “Portas abertas sempre. A minha distância para qualquer pessoa é apenas uma mensagem.”
A apresentadora Fran Mendonça encerrou o episódio destacando a importância de informação, diálogo e conhecimento das propostas de quem pretende representar a população do Distrito Federal.
O Viva Brasília Podcast é uma produção do Portal Viva Brasília, com transmissão pela TV Inovação, e tem como proposta abrir espaço para conversas sobre a cidade, seus desafios e as pessoas que participam da vida pública do Distrito Federal.
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