Até 2025, oito em cada dez organizações terão migrado seus dados para a nuvem. Segundo CEO da companhia, Paulo Asano, o mercado já está preparado para o 5G, que levará aplicações em cloud a um nível superior

 

De acordo com dados do Gartner Group, a computação em nuvem segue em franca expansão, com investimentos que devem representar 14,2% do mercado global de tecnologia da informação até 2024. Segundo o Instituto, 10% das empresas já desativaram seus centros de dados físicos e, em 2025, 80% das companhias de todo o mundo terão migrado para a cloud. Uma soma de fatores faz da cloud computing uma opção atraente: da economia com estruturas físicas à possibilidade de trabalhar com dados, remotamente, por qualquer dispositivo conectado.

Estar na nuvem significa não se preocupar com manutenção ou modernização de equipamentos, atualização de softwares e alocação de grandes espaços físicos. É ter à mão recursos necessários para operar remotamente sistemas e equipamentos, e entregar aos colaboradores, onde estiverem, acesso às informações necessárias para trabalharem normalmente.

Um mercado em ebulição

“A cloud computing ganhou mais folego com a transformação digital e a ascensão dos serviços online, impulsionados pela pandemia. Não é à toa que os investimentos em hardware, no desenvolvimento de aplicações e em segurança cibernética, entre outros, vem crescendo exponencialmente”, diz Paulo Asano, CEO da Populos. “Além disso, as empresas também estão focadas em oferecer a melhor experiência ao usuário e buscam sistemas mais flexíveis e intuitivos, desafiando os fornecedores”, acrescenta.

Ele comenta que, a cada dia, novas tecnologias surgem, trazendo as operações em cloud para além dos ambientes públicos, privados ou híbridos. Com a chegada da edge computing, a tendência é o uso de múltiplas nuvens, com estruturas descentralizadas, cargas trabalho definidas conforme a demanda do negócio e menores distâncias percorridas pelos dados, o que garante redes mais estáveis, até mesmo para aplicações robustas, como a realidade aumentada e o gerenciamento de dispositivos conectados.

Edge Computing e conexões ultrarrápidas

Segundo o IDC, o IoT é uma das áreas em que a edge computing terá impacto significativo, onde 55,9 bilhões de gadgets devem produzir 79 zettabytes de dados até 2025. Para Asano, esse movimento será reforçado com a chegada do 5G, que levará aplicações em cloud a um nível superior. Ele acredita que o mercado está pronto para essa transição.

O executivo ainda ressalta que a computação em nuvem com conexão ultrarrápida, associada a plataformas inteligentes, vai trazer ganhos expressivos em produtividade para empresas de todos os segmentos, especialmente varejo, saúde e agronegócios que já são grandes investidores em TI.

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Redação

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